Os pedidos foram apresentados por Ermelinda Cordeiro e irmãos, que pediam os vencimentos em dívida ao seu falecido pai, ex-inspetor das escolas industriais do Sul, por Amélia Augusta Almeida Figueiredo, que pedia os vencimentos em dívida ao seu falecido marido, chefe da conservação de estradas no distrito de Beja, e por Maria da Piedade de Melo Corte Real, que pedia os de seu falecido marido, fiscal da exploração dos caminhos de ferro.
Contém ofício do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro do Estado do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria, de 21 de maio de 1901, e parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 27 de maio de 1901, escrito sobre o ofício.