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"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do processo contra o presbítero Porfírio de Carvalho e Melo, ex-provedor do Recolhimento de Nossa Senhora do Amparo a São Cristóvão"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do processo contra o presbítero Porfírio de Carvalho e Melo, ex-provedor do Recolhimento de Nossa Senhora do Amparo a São Cristóvão, para que faça promover pelo Ministério Públicos os termos judiciais na conformidade das leis e se forme o processo contra o mesmo, na forma do decreto de 12 de outubro de 1838.

"Idem ao mesmo acerca de se não proceder nem promover a execução contra os réus condenados nas multas impostas e arrecadadas pelo bacharel Francisco Joaquim Teixeira de Macedo"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 17 de outubro de 1838, para que os agentes do Ministério Público não procedam nem promovam a execução contra os réus condenados nas multas impostas e arrecadadas pelo bacharel Francisco Joaquim Teixeira de Macedo, que foi juiz de direito do julgado de Bragança, que comprovarem terem feito pagamento em juízo e façam recolher ao cofre da Recebedoria toda a soma existente em depósito com declaração das condenações a que pertence, mas promovam os termos judiciais contra o mesmo bacharel pelas quantias ilegalmente distraídas do fim para que eram aplicadas.

"Idem ao mesmo acerca dos factos praticados pelo major graduado da província de Angola João de Almeida Gorgel do Amaral contra um adelo"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 17 de outubro de 1838 sobre os factos praticados pelo major graduado da província de Angola João de Almeida Gorgel do Amaral contra um adelo por nome António Monteiro, a fim de que os agentes do Ministério Público promovam os termos judiciais do processo.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca da remessa dos autos de agravo ordinário entre partes António da Cunha de Figueiredo e o procurador fiscal da Universidade de Coimbra"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Remete os autos de agravo ordinário entre António da Cunha de Figueiredo e o procurador fiscal da Universidade de Coimbra, para serem entregues ao seu delegado da 1.ª vara de Lisboa.

"Ao Ministro da Fazenda acusando a receção de outro acerca do recebimento dos autos de agravo ordinário em que é agravante António da Cunha de Figueiredo e Melo"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Ministro da Fazenda. Acusa a receção do seu ofício em que ordena o recebimento na Contadoria do Tesouro dos autos de agravo ordinário em que é agravante António da Cunha de Figueiredo e Melo e agravado o procurador fiscal da Universidade de Coimbra.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca dos processos mandados intentar pelos factos expostos por José Domingues Paz Guerra"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Acusa a receção do seu ofício de 13 de outubro de 1838, em que lhe remeteu outro do seu subdelegado na comarca de Soure, acerca dos processos mandados intentar pelos factos expostos por José Domingues Paz Guerra, e recomenda que mantenha vigilância sobre as obrigações e desempenhos dos deveres dos agentes do Ministério Público a este respeito, a fim de continuar a dar-lhe conhecimento do estado do seu progresso.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca dos termos judiciais que segundo a lei devam ter lugar contra Francisco José Gonçalves Pereira Pinto"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 7 de outubro de 1838, para que, em sua execução, promova os termos judiciais que, segundo a lei, devam ter lugar contra Francisco José Gonçalves Pereira Pinto por "ser mau empregado e fazer toda a escrituração em papel selado falso".

"Pretensão de António Ordaz Elvas Mascarenhas"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Alberto de Castro Pereira de Almeida Navarro, sobre o requerimento em que António Ordaz Elvas Mascarenhas, pede o pagamento de 223$984 réis e juros que o Estado foi condenado a pagar aos representantes da sociedade das Reais Fábricas de Lanifícios Covilhã, Fundão e Portalegre.

"Pretensão de António Ordaz de Mascarenhas"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Alberto de Castro Pereira de Almeida Navarro, sobre o requerimento em que António Ordaz Elvas de Mascarenhas e António Guilherme Ferreira da Costa, solicitam para receberem em nome dos seus constituintes o crédito que o Estado foi condenado a pagar aos administradores das Reais Fábricas de Lanifícios da Covilhã, Fundão e Portalegre.

"Tomadia da Alfandega das 7 Casas. Desencaminhado o processo de uma, que se deve fazer."

Parecer do Procurador Geral da Fazenda Joaquim José da Costa e Simas, acerca de requerimento do oficial da fiscalização da Alfândega das Sete Casas, Teotónio José da Silva, em que pede a parte do dinheiro a que tem direito, de uma apreensão que fez em cinco cargas de vinho no ano de 1841. Este pedido não pode ser deferido por motivo de extravio do processo, quando este foi remetido para o poder judicial.

"Processo relativo a dúvidas suscitadas pelo ministro português em Tânger relativas a ações intentadas por súbditos portugueses contra um espanhol"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório acerca da jurisprudência a seguir relativamente à exigência feita pelo consulado espanhol em Marrocos da caução "judicatum salvi" a um protegido português que tinha intentado duas ações - uma cível e outra criminal - contra um súbdito espanhol. Pronuncia-se sobre se, em caso análogo, a legação portuguesa deveria aplicar a convenção de Haia de 14 de novembro de 1896, que exclui aquela caução com fundamento na nacionalidade ou domicílio; se se deve entender que o protegido português goza do privilégio de jurisdição, como se fosse súbdito português; se o protegido se deve considerar domiciliado em Portugal.

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