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"Ao ministro da Justiça participando-lhe ter ordenado ao procurador régio da Relação de Lisboa para empregar todos os meios para a captura dos réus pronunciados pelos alvorotos na cidade do Funchal contra a casa e pessoa do Dr. Kalei"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete os ofícios do procurador régio da Relação de Lisboa de 9 de outubro, 27 de novembro de 1847 e de 18 de janeiro de 1848, em que informa que foram instaurados dois processos pelos "alvorotos e tumultos" cometidos no Funchal, no dia 9 de agosto de 1846, contra a casa do súbdito britânico Robert Reid Kalley.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra Lourenço Contreiras e António Viegas, pelo naufrágio acintoso do iate português 'Senhora do Carmo'"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, com a cópia de outro do governador civil de Faro, informando este que, apesar das diligências, ainda não foi possível capturar o réu António Viegas Vaz e que, descobrindo-se que tinha fugido para Ayamonte e de lá para Cádis, em Espanha, requisitou ao chefe político de Huelva a sua captura.

"Ao Ministro da Justiça [acerca] do processo contra o ex-recebedor do Hospital de São José, Henrique Pinto Ferreira"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que, tendo expedido as ordens ao procurador régio da Relação de Lisboa para promoção dos termos da acusação, nos termos da nova legislação referente aos réus ausentes, contra o ex-recebedor do Hospital de São José, pronunciado há muito e fugido para fora do país, estão a promover-se as diligências convenientes para se verificar a impossibilidade ou dificuldade da captura do réu, a fim de se proceder à competente justificação e de se seguirem os termos prescritos na lei.

"Ao Ministro da Justiça acerca da exumação do cadáver de Leonardo Algon, sepultado no dia 19 de maio no cemitério dos Alemães"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado da cópia de outro do seu delegado no 2.º distrito criminal de Lisboa, em que este representa que, sendo necessário para o processo de venefício instaurado naquele juízo, proceder à exumação do cadáver de Leonardo Algon, foi orçada por três peritos a quantia a despesa de 480$000 réis, como indispensável para efetuar aquele ato sem prejuízo da saúde pública, pedindo que seja consultado o Conselho de Saúde Pública do Reino, para se declarar se a exumação pode ser executada sem detrimento da saúde ou se lhe indique o cofre de onde deverá sair a referida soma.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo formado contra Lourenço Contreiras e António Viegas, pelo naufrágio acintoso do iate português 'Senhora do Carmo', com o fim de ocultar o roubo de 2$100 pesos que conduzia para Gibraltar"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, informando que o processo investigatório instaurado sobre o naufrágio acintoso do navio português "Senhora do Carmo", está concluído com a pronúncia obrigatória dos réus Lourenço Contreiras e António Viegas, cuja prisão ainda não foi possível executar.

"Ao Ministro da Justiça, acerca da tentativa de assassínio na pessoa do comandante da Guarda Municipal de Lisboa, D. Carlos de Mascarenhas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que se encontra completa a pronúncia contra António dos Santos, carpinteiro de seges, e António José Maria, boleeiro.

"Ao Ministro da Justiça acerca dos factos cometidos contra o regedor da freguesia e concelho do Barreiro, Manuel dos Santos Costa Júnior"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado das cópias de outros do seu delegado na comarca de Aldeia Galega, participando que foi prestada a querela sobre os factos cometidos contra o regedor da freguesia e concelho do Barreiro, Manuel dos Santos Costa Júnior, e foi instaurado o sumário, em que não houve pronúncia obrigatória.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra o escrivão do julgado da Pederneira, Félix Ferreira Marques"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, informando que o processo crime instaurado contra o escrivão do julgado da Pederneira, Félix Ferreira Marques, pelas injúrias irrogadas ao ex-subdelegado Alexandre Rodrigues de Matos, foi julgado e o réu foi absolvido.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pela oposição e resistência cometida por alguns moradores da freguesia de São Vicente da Vacariça contra o padre Vitorino Alves de Melo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que assim que foi instaurado o processo pela oposição e resistência cometida por alguns moradores da freguesia de São Vicente da Vacariça contra o padre Vitorino Alves de Melo, ficaram pronunciados três réus, que, depois de presos, requereram fiança, a qual lhes foi concedida por despacho do juiz ordinário, de que o Ministério Público agravou para o juiz de direito. Acrescenta que, seguindo-se a guerra civil, os réus foram soltos e o processo não progrediu mais.

"Ao Ministro da Justiça acerca do réu Joaquim Alberto, culpado no juízo ordinário do julgado de Alpalhão"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado das cópias de outros do seu delegado na comarca de Nisa e subdelegado de Alpalhão, informando que o magistrado do Ministério Público na comarca tinha ordenado ao subdelegado que promovesse os termos do processo relativo ao réu Joaquim Alberto, culpado no julgado de Alpalhão pelo crime de morte, tendo tido a objeção do subdelegado, fundamentada na evasão do réu da cadeia de Espanha onde se encontrava.

"Ao Ministro da Justiça relativo aos processos dos réus que se acham na cadeia de Torres Novas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da relação de Lisboa, participando que alguns dos processos dos réus que estão na cadeia de Torres Novas se encontram prontos para julgamento e outros estão com os sumários concluídos, faltando só um, por se aguardar uma precatória dirigida à comarca de Santarém, não tendo já sido julgados os réus, porque os respetivos processos são complicados e estão mal organizados.

"Ao Ministro da Justiça acerca dos estragos feitos pelo ajudante da Praça de Miranda, António Luís de Araújo nas casas do hospital militar da mesma praça"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio interino da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Mogadouro, informando que, tendo sido pronunciado o ajudante da Praça de Miranda, António Luís de Araújo, pelos estragos feitos nas casas do Hospital Militar da mesma praça, o processo foi remetido ao comandante da 5.ª Divisão Militar.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra o escrivão que foi do julgado da Pederneira, Félix Pereira Marques"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Alcobaça, informando que, para além do processo já referido no ofício de 11 de março de 1848, não se instaurou nenhum outro contra o antigo escrivão do julgado da Pederneira.

"Ao Ministério da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto, com a cópia do acórdão da dita Relação sobre o processo formado pelo homicídio do juiz de direito da comarca de Midões"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, com a cópia do acórdão da mesma Relação sobre o processo formado pelo homicídio do juiz de direito da comarca de Midões, Nicolau Batista de Figueiredo Pacheco Teles, o qual vai descer à comarca de Midões para ser reformado.

"Ao Ministro da Justiça, acerca dos abusos e crimes atribuídos ao escrivão e tabelião do julgado de Mões António José de Faria de Figueiredo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Castro Daire, em que dá conta das razões pelas quais ainda não foi instaurado o processo pelos abusos e crimes atribuídos ao escrivão e tabelião do julgado de Mões António José de Faria de Figueiredo, e só agora vai ser promovido.

"Ao Ministro da Justiça acerca da arguição feita ao contador do juízo de direito da 5.ª vara, Henrique José Saraiva da Guerra"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que ainda não foi instaurado o processo pelos excessos e abusos cometidos pelo contador do juízo da 5.ª vara de Lisboa Henrique José Saraiva da Guerra, e só naquela data ia ser promovido, devendo-se esta falta ao magistrado do Ministério Público que exercia funções naquele juízo em agosto de 1846, o bacharel João da Costa Sousa e Alvim, que se encontra excluído da magistratura.

"Ofício ao Ministro da Justiça acerca do tiro que dera o escrivão do juiz eleito da freguesia de Murtosa contra o regedor da mesma freguesia"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Estarreja, participando que, tendo-se realizado o julgamento do escrivão do juiz eleito da freguesia de Murtosa, no julgado de Estarreja, Augusto Avelino Pinto Vítor, pelo tiro que tinha dado contra o regedor da mesma freguesia, António José de Freitas Guimarães, o réu foi absolvido.

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