Processo-crime

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"Ao Procurador Régio da Relação do Porto acusando a receção do ofício do 1.º do corrente"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino d'Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa, pedindo-lhe informações sobre um processo mandado instaurar no julgado de Carrazeda de Ansiães, contra Frederico António Pinto de Carvalho pelo uso de armas proibidas, perturbação de paz pública e de alguns furtos, o qual não tivera seguimento por falta de corpo de delito.

"Idem sobre o estado do processo do réu Mr. Mercier que cometeu o atentado contra Sua Alteza Real"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa sobre o estado do processo do réu Mercier, autor do atentado contra o Príncipe D. Fernando, esposo da Rainha.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa remetendo-lhe o processo crime de que trata contra Sir R. Ouzeley"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do processo crime contra Rafael Ouzeley pelo insulto feito ao chefe de uma das repartições do Ministério da Guerra.

"Ao Ministro da Justiça, participando que não se poderão descobrir os autores e cúmplices do homicídio de Bento Lampreia"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o processo formado pelo homicídio de Bento Lampreia, quando saía da sala de audiência, não teve resultado algum por falta de prova dos autores ou cúmplices.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa para se proceder à organização do processo pela injúria feita ao Barão Wiederhold"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 23 de novembro de 1836, para que pelo respetivo delegado faça proceder à organização do processo pela injuriosa ofensa feita ao Barão Wiederhold, a fim de que o culpado seja punido com todo o rigor das leis.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa sobre certos ferimentos feitos ao delegado do Procurador Régio do julgado da Chamusca"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 22 de novembro de 1836, para que promova os procedimentos legais pelos ferimentos feitos ao delegado do Procurador Régio do julgado da Chamusca.

“Ao delegado do Procurador Régio no julgado de Cinfães acerca da violação da casa do pároco de Santa Catarina de Tendais"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio no julgado de Cinfães. Remete a cópia da portaria expedida pela Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e de Justiça de 8 de novembro de 1836, na qual consta que a casa do pároco de Santa Catarina de Tendais, Joaquim de Santa Clara e Sousa, foi violada de noite e ele foi arrastado pelo adro da igreja e espancado cruelmente por Manuel Correia, ex-soldado do batalhão de Realistas de Lamego, com mais de quinze homens armados de espingardas, a fim de serem promovidos os procedimentos legais para serem descobertos e punidos os autores e cúmplices do atentado.

“Idem do julgado de Cabeceiras de Basto enviando-lhe por cópia o conselho de investigação relativo à parte dada pelo alferes de Voluntários da Rainha, João da Costa Lima"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio no julgado de Cabeceiras de Basto. Remete a cópia do conselho de investigação enviado por ofício do Ministério da Justiça de 21 de outubro de 1836, para que proceda à formação do respetivo processo pelo crime em causa.

“Ao [delegado do] Procurador Régio de Penafiel acerca da pronúncia do juiz eleito do concelho de Meinedo António José Ferreira"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio de Penafiel. Ordena que este delegado promova com a maior atividade os procedimentos legais contra o juiz eleito do concelho de Meinedo, António José Ferreira, pronunciado por administrar armas aos salteadores que infestam o julgado de Penafiel e recomenda que empregue sempre a maior atividade nos processos contra os "salteadores que tanto têm flagelado os povos" daquele julgado.

“Ao Ministro da Justiça enviando-lhe o conselho de investigação de que trata o mesmo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o conselho de investigação que acompanhou o ofício do mesmo Ministério de 21 de outubro de 1836 e informa que se passaram as competentes ordens ao delegado do Procurador Régio no julgado de Cabeceiras de Basto para proceder na conformidade das leis sobre o crime em questão.

“Ao Delegado do Procurador Régio no julgado de Arraiolos pedindo informações acerca do processo intentado por ocasião do roubo feito no caminho de Estremoz ao comissário assistente da extinta Tesouraria Geral das Tropas Cândido Maria do Rego”

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio no julgado de Arraiolos.

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