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"Ao Ministro da Justiça, ácerca do processo contra o ex-Escrivão de Policia Correccional, José Maria de Leiros"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo mandado formar contra o ex-escrivão de Polícia Correcional, José Maria de Leiros, por abusos e malversações cometidas no desempenho das suas funções, participando que, não tendo o querelado sido pronunciado na querela contra ele prestada pelo Ministério Público, recorreu este em agravo de injusta pronúncia, obtendo provimento da Relação.

"Ao Ministro da Justiça, relativo ao processo mandado formar pelo deposito de dinheiro para se obter o perdão Regio do reo Manoel Lopez"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que a demora no processo mandado instaurar pelo depósito de dinheiro para se obter o perdão régio do réu Manuel Lopes, preso na cadeia de Pombal, se tem devido à necessidade dos documentos extraídos de uns autos cíveis, à dificuldade de se encontrarem as testemunhas para depor e à expedição de uma carta para o juiz de direito da comarca de Coimbra, não havendo culpa de nenhum funcionário judicial.

"Ao Ministro da Justiça, á cerca do processo formado no Juizo de Direito Criminal do 2.º Districto de Lisboa, contra o soldado do Regimento de Infantaria n.º 11 João Simoes Diaz"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que, conforme ordenado superiormente, o processo formado no juízo de direito criminal do 2.º distrito de Lisboa contra o soldado João Simões Dias foi remetido ao foro militar, a 12 de abril de 1842, ficando, desde então, o réu na cadeia do Castelo de São Jorge desligado da autoridade civil, e que, verificando-se agora que o processo não chegou ao seu destino, foi novamente enviado um traslado dele ao foro competente.

"Ao Ministro da Justiça, ácerca do Accordão proferido pela Relaçam de Lisboa no processo formado ao Juiz de Direito da Comarca de Mertola, o Bacharel Gonçalo Tello de Magalhães Collaço"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo instaurado contra Gonçalo Telo de Magalhães Colaço, juiz de direito da Comarca de Mértola.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 19 do corrente á cerca dos pronunciados nas querelas processadas em Miranda por occazião dos acontecimentos politicos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um documento com os pronunciados nas querelas processadas no julgado de Miranda por ocasião dos acontecimentos políticos que ali tiveram lugar no dia 5 de janeiro.

"Officio ao Ministro da Justiça em referencia á Portaria d'este Ministerio de 12 d'Abril de 1842 remettendo-lhe hum Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa em que partecipa o julgamento do processo do Bacharel Gonçalo Tello de Magalhães Colaço"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o processo de Gonçalo Telo de Magalhães Colaço foi julgado definitivamente no dia 8 de fevereiro, tendo o réu sido condenado na pena estabelecida pelo alvará de 2 de março de 1613.

"Ao Ministro da Justiça, á cerca dos processos formados pelos factos occorridos na Cidade de Miranda nos dias 5 e 15 de Janeiro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que já estão formados os corpos de delito e prestada a querela sobre os factos ocorridos em Miranda do Douro, nos dias 5 e 15 de janeiro de 1844, tendo sido apreendida aos presos a correspondência trocada com outros indivíduos em Elvas, Braga, Guarda, Madrid e Zamora, bem como algumas armas, munições e cavalos.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 16 de Dezembro ultimo, á cerca de estar pronunciado na querella dada no Juizo Ordinario de Sines o Administrador do mesmo Concelho de Sines"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o administrador do concelho de Sines, João Torcato de Ornelas, está pronunciado na querela prestada no juízo ordinário daquele concelho pelo Ministério Público e, pela parte ofendida, Caetano Lopes Nelga, sobre os crimes de bofetada e ferimento noturno.

"Ao Ministro da Justiça á cerca do processo contra os Escrivaens que forão da Commarca de Almada, Jacinto Dias do Couto, e Narcizo Freire Carneiro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo mandado promover contra os antigos escrivães da comarca de Almada, Jacinto Dias do Couto e Narciso Freire Carneiro, pelos abusos e prevaricações cometidas no exercício das suas funções, participando que o segundo ficou pronunciado, mas ainda não foi preso, por se desconhecer o local da sua residência, e que o primeiro não foi obrigado a livramento.

"Ao Ministro da Justiça em additamento ao Officio da Procuradoria Geral da Coroa de 21 de Outubro ultimo com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 7 de Janeiro de 1844, àcerca do processo contra o Juiz Ordinario de Olhão não poder progredir por falecer o reo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça participando que o processo instaurado contra o juiz ordinário do julgado de Olhão, José Fernandes Lopes Palmeiro, pelo abuso de poder cometido na prisão do oficial de diligências do administrador do concelho, não pode progredir, em virtude do falecimento do réu.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de 11 do corrente e mais documentos no qual solicita a autorização do Governo para progredir a acuzação criminal contra o Escrivão da Administração do Conselho de Almada, e hum official de Deligencias"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do pedido de autorização apresentado pelo Procurador Régio da Relação de Lisboa para progredir a acusação criminal contra o escrivão da administração do concelho de Almada e um oficial de diligências, já pronunciados e presos pelos ferimentos cometidos, no exercício das suas funções, na pessoa de Gabriel das Neves, por ocasião da passagem de uma guia.

"Officio ao Ministro da Justiça com outro do Procurador Regio da Relaçam do Porto ácerca do processo de um individuo apprehendido com differentes papeis preparados para estampar papel falso do Brasil"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo instaurado contra um indivíduo apreendido com papéis preparados para receberem a estampa de notas de 5$000 réis do Império do Brasil, participando que não foi pronunciado o réu preso.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 15 do corrente ácerca de não ter progredido o processo contra Francisco Malveiro por não haver sido capturado ainda"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o processo instaurado contra o réu Francisco Malveiro, condenado a pena capital, como salteador na comarca de Cuba, não tem progredido, por ainda não ter sido capturado o réu, depois de se ter evadido da cadeia.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 15 do corrente em que consta que na Audiencia geral da Comarca de Fronteira de 13 de Maio ultimo, fôra julgado o reo Possidonio Joze na pena Capital pelo homicidio do Parroco de Santa Victoria do Ameixial, que appelára, e que seguem os seus termos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo mandado formar pelo homicídio do pároco da freguesia de Santa Vitória do Ameixial, participando que o réu Possidónio José foi condenado a pena de morte e recorreu para a Relação.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 11 do corrente á cerca de se ter ja instaurado o Processo, e ter havido pronuncia obrigatoria sem fiança, e por isso expedidas as Ordens de prizão contra os Vereadores que forão da Camara Municipal de Vila Franca de Xira"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o processo contra os vereadores da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira pelas "atrozes injúrias irrogadas aos corpos superiores do Estado", numa representação dirigida à rainha, já foi instaurado, havendo nele pronúncia obrigatória sem fiança, tendo-se expedido as competentes ordens de prisão.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra Francisco Vivas pelos factos que praticara contra o Guarda da Alfandega de Castello de Vide João Antonio"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca dos factos criminosos praticados, no dia 15 de janeiro de 1843, por Francisco Vivas contra o guarda da Alfândega de Castelo de Vide, João António, no exercício das suas funções, informando que, tendo-se instaurado o competente processo, não houve pronúncia obrigatória e, pela falta dela, o Ministério Público interpôs o devido recurso.

"Ao Ministro da Justiça sobre o estado do processo pela resistencia feita aos Officiaes da Alfandega de Villa Nova da Cerveira"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca da resistência feita aos oficiais da Alfândega de Vila Nova de Cerveira, por ocasião da apreensão de oito bois extraviados aos direitos, informando que, sendo reformado o corpo de delito pela inquirição de mais cinco testemunhas, se prestou a competente querela e se instaurou o sumário que só pôde concluir-se em outubro e nele não houve pronúncia obrigatória.

"Ao Ministro da Justiça sobre o estado do processo contra o reo Thomé da Cunha pelo crime d'estupro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o processo instaurado contra Tomé da Cunha, do julgado de Vila Chã, pelos crimes de estupro e arrombamento da cadeia, está pronto para entrar em julgamento na primeira audiência geral. No entanto, parecendo que o réu se evadiu em outubro de 1843, na ocasião em que era transportado das cadeias de Braga para as de Vila Chã, assim que o Procurador Régio da Relação do Porto der conta do resultado das averiguações sobre este assunto, comunicará o resultado.

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