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“Ao Procurador Régio do Porto sobre o alcance de Francisco Bernardo da Costa do tempo que foi recebedor do Almoxarifado da Casa de Bragança, no concelho de Chaves e Montalegre"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio do Porto. Remete o ofício do Tesouro Público Nacional e a informação da comissão liquidatária do extinto Erário, onde se mostram os obstáculos relativos à liquidação da conta líquida do alcance de Francisco Bernardo da Costa, em resposta ao ofício do mesmo Procurador Régio de 16 de abril de 1836 e a outro do seu delegado na comarca de Chaves, em que se pedia a conta líquida daquele alcance, durante o tempo em que foi recebedor do Almoxarifado da Casa de Bragança, no concelho de Chaves e Montalegre.

Processo acerca do requerimento de um paroquiano da freguesia de Cambres, no qual expõe que António Perfeito Pereira Pinto Rebelo, se tem recusado a pagar ao pároco daquela freguesia a quantia anual de 30$000 réis, respeitante ao foro de todo o passal da mesma freguesia

Contém ofício da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, de 9 de abril de 1851, e minuta do parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda de 13 de agosto de 1851, escrita sobre o ofício.

Circular n.º 263

Circular da Procuradoria Régia junto da Relação de Lisboa. Informa que o Tribunal do Tesouro Público ordenou, no dia 15 de março de 1844, a todos os recebedores que aceitem as quantias arrecadadas judicialmente nos casos de que se trata, escriturando-as pelo método estabelecido no artigo 29 das Instruções do mesmo Tribunal de 8 de fevereiro de 1843.

Circular n.º 197

Remete o modelo do mapa para que os escrivães dos juízos declarem as somas totais das dívidas relaxadas, excluindo as da Junta do Crédito Público, até 30 de junho de 1839, que se extinguiram durante os anos económicos de 1839 a 1840 e 1840 a 1841.

Circular n.º 170

Transmite a cópia da portaria do Ministério da Fazenda de 5 de outubro de 1840, pela qual se ordena que tenham a devida execução as portarias de 19 e 26 de fevereiro de 1839, relativamente ao procedimento por dívidas de foros considerados extintos pelos respetivos enfiteutas, em virtude do decreto de 13 de agosto de 1832.

Circular n.º 169

Remete cópia da portaria do Tesouro Público de 15 de outubro de 1840, que ordena que o procurador régio da Relação de Lisboa exija dos seus delegados que informem qual é a importância das dívidas, excluindo as da Junta do Crédito Público, entregues ao contencioso até 30 de junho de 1839, que em 30 de junho de 1840 estivessem extintas.

Circular n.º 154

Dá conhecimento da portaria do Tesouro Público de 23 de maio de 1840 relativa ao modo de satisfazer aos recebedores do concelho o preço dos avisos que tiverem feito aos devedores que pagarem posteriormente no Tesouro.

Circular n.º 150

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Remete cópia da portaria do Ministério da Justiça de 10 de abril de 1840 acerca da obrigatoriedade de se promoverem ações pelos alcances dos mesários de qualquer irmandade ou confraria.

Circular n.º 149

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Remete cópia da portaria da Junta do Crédito Público de 24 de abril de 1840 relativa à fiscalização da cobrança dos rendimentos extintos pertencentes à mesma Junta que ainda se encontram em atraso.

Circular n.º 144

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Em cumprimento de ordem do Tesouro Público, solicita que se lhe remeta um mapa de todos os processos que correrem nos juízos da comarca contra quaisquer recebedores ou exatores da Fazenda Pública por alcances para com a mesma Fazenda.

Circular n.º 125

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Recomenda que cada delegado vigie ativamente a observância do artigo 16, § 1.º do decreto de 9 de janeiro de 1837, relativamente à declaração que os credores devem fazer dos devedores, devendo dar a denúncia competente contra todos os credores que deixarem de cumprir o que no decreto referido se lhe ordena.

Circular n.º 97

Circular do ajudante do Procurador Régio da Relação de Lisboa, Luís Manuel de Évora Macedo. Remete a cópia da portaria do Tesouro Público de 2 de junho de 1839, em que se manda organizar com urgência mapas demonstrativos das dívidas pertencentes ao Tesouro, que se achassem relaxadas ao poder judicial em junho, segundo o modelo que acompanha aquela portaria.

Circular n.º 52

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Transmite que, tendo Cristóvão Pinto Barreiros, arrematante das dízimas da Chancelaria da Corte e Casa da Suplicação, Coutos e Cidade, entre 1828 e 1830, representado à rainha que, tendo satisfeito o preço do seu contrato e encontrando-se por cobrar algumas dízimas pertencentes à referida arrematação, pedia que ele as pudesse administrar e arrecadar livremente. Este pedido foi atendido pela rainha e passou as ordens necessárias para que o arrematante e os seus sócios João Ventura Rodrigues e Francisco José de Araújo não sejam embaraçados na livre administração das execuções de dízimas de sentenças proferidas na arrecadação das mesmas que lhe pertencem.

Circular n.º 49

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Transmite a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 24 de abril de 1838, sobre os 6% que têm de pagar os devedores fiscais nas quantias arrecadadas por execução viva.

Circular n.º 50

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Transmite que, tendo sido Cristóvão Pinto Barreiros, arrematante das dízimas provenientes de sentenças condenatórias proferidas nos juízos de primeira e segunda instâncias em Lisboa, entre 1828 e 1830, e que não pertencendo à Fazenda Pública a cobrança das dívidas contraídas naquele tempo, o Ministério Público só deve prestar ao mesmo arrematante ou ao seu representante aqueles ofícios que, por força da arrematação, lhe prestou o antigo procurador da Fazenda do Reino.

Circular n.º 47

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Transmite a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 3 de março de 1838 e a cópia da circular a que a mesma se refere, para que os delegados e subdelegados façam instaurar processo contra todos os escrivães de juízes de direito, ordinários e de paz que deixarem de incorporar nos títulos de adjudicações de bens de raiz feitos nos inventários aos credores para solução das suas dívidas, e conhecimento da sisa correspondente, assim como contra os credores que sonegarem nos casos em questão.

"Processo em que a Sociedade das Casas de Asilo de Infância Desvalida desta capital pede que o Asilo de infância Desvalida da Cidade da Guarda seja compelido a pagar-lhe o que deve"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Osório Sarmento de Figueiredo Júnior acerca do processo em que a Sociedade das Casas de Asilo de Infância Desvalida de Lisboa pede que o Asilo de infância Desvalida da Cidade da Guarda seja obrigado a pagar-lhe a quantia que lhe deve, no valor de 262$500 réis, proveniente de juros que indevidamente recebeu de umas inscrições legadas à mesma Sociedade pelo falecido Francisco Borja Freire.

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