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"Ácerca de Theodorico Baptista da Cruz e outros actores do Theatro de D. Maria 2.ª pedindo no adjunto requerimento que o Governo de Sua Magestade lhes mande pagar os vencimentos que deixaram de receber desde 23 de Agosto até 16 de Novembro do anno proximo findo na importancia total de 1:146$124 reis"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Teodorico Batista da Cruz e outros atores do Teatro de D. Maria II pedem os vencimentos que não receberam de 23 de agosto a 16 de novembro de 1870, no valor de 1146$124 réis. Acompanha este requerimento outro da atriz Emília das Neves e Sousa que pede a quantia de 1034$747 réis pelos vencimentos que não recebeu no período referido, prestação para vestuário e o que se lhe deve de benefícios.

"Ministerio da Fazenda / Contribuições Directas / Empreza do Real Theatro de São Carlos. Os seus Empregados estão obrigados á contribuição industrial, ou d'ella isentos em conformidade do n.º 3.º do parágrafo 1.º do artigo 2.º da Lei 30 de Julho de 1860?... Requerimento de Vicente Corradiny e Companhia."

Parecer do Procurador-Geral da Fazenda, Joaquim José da Costa e Simas, referente ao pedido de informação sobre estarem isentos ou não, do pagamento da contribuição industrial os funcionários da Companhia do Teatro de São Carlos.

"Processo onde a Direcção da Sociedade proprietaria do theatro da Trindade pede ao Governador Civil de Lisboa que negue o visto aos cartazes que annunçiárão a representação das operetas, "A filha da Senhora Aangot e Giroflé Girofla" no theatro do Gymnasio pela Companhia de Achilles Lupi"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro relativo ao processo do Ministério do Reino em que a direção da sociedade proprietária do Teatro da Trindade, alegando ter visto incluídas na relação das peças que o Teatro do Ginásio tencionava fazer representar pela companhia italiana de Achilles Lupi as duas operetas intituladas "A filha da Senhora Angot" e "Giroflé Girofla", pediu que fosse negado o visto aos cartazes do Ginásio que eventualmente anunciassem estas operetas, por ter adquirido, por escritura de 10 de outubro de 1876, o direito exclusivo de as fazer executar em Lisboa até ao fim de junho de 1878.
Parecer unanimemente aprovado na conferência dos fiscais da Coroa e Fazenda do dia 27 de março de 1878.

"Ácerca do Theatro de S. Carlos"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que a empresa do Teatro de São Carlos pede que sejam interpretadas as condições do seu contrato de um modo que autoriza a aumentar nas receitas extraordinárias os preços estipulados, alegando que, pela condição primeira, lhe é permitido dar bailes de máscaras no Carnaval, concertos no salão nobre do teatro e representações líricas e de aclamação nos intervalos das épocas, sem determinação de preços.

"O actor Augusto Cezar de Lacerda pede melhoria de reforma"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Justiça acerca do requerimento em que Augusto César de Lacerda, reformado como ator de segunda classe, pede melhoria de reforma, passando à primeira classe, alegando que estava fora do país com licença do Governo, quando, em 1866, foram promovidos outros artistas.

"Officio ao Barão de Tilheiras remettendolhe o Officio de 11 do corrente e mais documentos á cerca da fiança da Empresa do Theatro de S. Carlos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Barão de Telheiras remetendo um ofício do Ministério do Reino com os documentos que o acompanham, acerca da fiança da empresa do Teatro de São Carlos, dirigido ao governador civil do distrito de Lisboa, que, por enganou, foi remetido para a Procuradoria-Geral.

Reclamação de vários escritores dramáticos contra o decreto de 21 de abril de 1906, que alterou a lei de exploração artística dos teatros do Estado

Contém ofício da 3.ª Repartição da Direção-Geral de Instrução Pública, do Ministério do Reino, de 11 de julho de 1906, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 2 de agosto.

Processo sobre o pagamento de direitos alfandegários de um tapete adquirido no estrangeiro pela empresa do Teatro de São Carlos

Contém ofício da 4.ª Repartição da Direção-Geral de Instrução Pública, do Ministério do Reino, de 19 de novembro de 1906, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 29 de novembro.

Processo em que o gerente da empresa societária do Teatro de D. Maria II pede que seja abonada ao cofre dos subsídios e socorros daquele teatro a pensão vaga pelo falecimento da atriz Maria da Assunção Radicci e Costa

Contém ofício da 2.ª Repartição da Direção-Geral de Instrução Pública do Ministério do Reino, de 2 de dezembro de 1899, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 23 de novembro.

Reclamação em que António Domingos do Nascimento Martins pede o pagamento de um crédito de que alega ser credor à extinta empresa Campos Valdez, do Real Teatro de São Carlos, no ano de 1891-92

Contém ofícios da 3.ª Repartição da Direção-Geral de Instrução Pública do Ministério do Reino, de 14 e 18 de novembro de 1902, e resposta da Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda, de 25 de novembro. O segundo ofício solicita a devolução do processo sem ser submetido a consulta, a fim de ser completado com documentos que dizem respeito ao museu.

"Acêrca da pretenção do Visconde de Chancelleiros"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Diogo António Correia de Sequeira Pinto para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que o visconde de Chanceleiros, alegando ser o representante da família Vale da Gama, pede que a empresa do Real Teatro de São Carlos seja obrigada a continuar-lhe a assinatura do camarote que, durante muitos anos, tinha sido assinado pelo falecido visconde de Vale da Gama.

"Ao Ministro da Justiça á cerca do tumulto que teve logar no dia 22 de Fevereiro de 1846, á porta do Theatro na Covilhã"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, na noite de 22 de fevereiro de 1846, na Covilhã, algumas pessoas, em tumulto, junto à porta do teatro, gritaram "Queimem-se as máquinas!" e que, no dia 28, se repetiram os mesmos gritos, atribuindo o delegado do procurador régio naquela comarca estes factos ao estabelecimento das máquinas que retiram o sustento de muitas famílias.

"Ao Ministro da Justiça á cerca do tumulto que tivera logar á porta do Theatro da Covilhã no dia 22 de Fevereiro de 1846"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao ofício enviado a 7 de março de 1846, participa que, no dia 9 de abril, um grupo de mais de sessenta homens armados tentaram ir lançar fogo aos engenhos, gritando "Queimem-se os engenhos!", o que não chegou a efetuar-se, devido às medidas de segurança que se tinham adotado.

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