Processo-crime

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"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra António José de Oliveira Machado, pelo crime de falsa moeda"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que se encontra concluído o sumário no processo pelo crime de falsa moeda contra António José de Oliveira Machado e que foi denegada a concessão de fiança ao réu.

"Ofício ao Ministro da Justiça acerca do arrombamento da cadeia de Torres Novas e fuga de dois presos"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que se concluiu o sumário no processo instaurado contra os presos que arrombaram e se evadiram da cadeia de Torres Novas, tendo ficado pronunciados Manuel Godinho, José de Oliveira Menderico e o carcereiro Domingos António Vieira.

"Ao Ministro da Justiça com os ofícios do procurador régio da Relação do Porto acerca de se terem afixado éditos contra o ausente Custódio Marques Sampaio"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto e outro do seu delegado na 2.ª vara, participando estarem passados éditos contra o ausente Custódio Marques Sampaio no processo-crime que contra ele progride como passador de moeda falsa.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo do réu José Valada de que trata a portaria do dito Ministério de 6 de setembro último"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o réu José Valada foi julgado em primeira instância e condenado a degredo perpétuo para um presídio de África, tendo sido interposta apelação para a competente Relação.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado em Santo Tirso acerca do processo pelo tiro disparado contra o bacharel João Batista Teixeira Camelo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado em Santo Tirso informando que ainda não se encontra concluído o sumário do processo pelo tiro disparado contra o bacharel João Batista Teixeira Camelo, devido a falta de despacho do juiz ordinário de Paços de Ferreira.

"Ao Ministro da Justiça em consequência da portaria deste Ministério de 7 de abril último acerca do processo instaurado contra o réu Joaquim Alberto na comarca de Nisa"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o processo-crime instaurado contra o réu Joaquim Alberto na comarca de Nisa já foi julgado, tendo o mesmo sido condenado a pena de morte, e irá subir à Relação.

"Ao Ministro da Justiça em continuação da participação sobre ter-se encontrado um indivíduo morto junto à herdade da Alagada em Elvas"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, tendo-se promovido os termos do competente processo pela descoberta de um indivíduo morto junto à herdade da Alagada, em Elvas, foi ultimado o sumário sem se descobrirem provas contra o assassino daquele indivíduo, que, segundo o procurador régio da Relação de Lisboa, seria um súbdito espanhol.

"Ao Ministro da Justiça em continuação das participações sobre o andamento do processo contra Maria José"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que acaba de ser publicado o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça anulando o julgamento da primeira instância do processo contra Maria José, acusada do crime de matricídio.

"Ao Ministério da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado na comarca dos Arcos dizendo não se ter podido concluir o processo contra António José de Barros"acerca do escandaloso procedimento do capelão da igreja de Nossa Senhora da Atalaia, o padre Vicente José Pinheiro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto e a cópia de outro do seu delegado na comarca dos Arcos declarando que, não se tendo conseguido a captura do réu António José de Barros, se instaurou contra o mesmo um processo, na conformidade do decreto de 18 de fevereiro de 1847, que está a seguir os termos regulares.

"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio cometido por António Gomes Ribeiro, guarda da Alfândega de Montalegre, na pessoa de Vicente Domingues, de Castro Laboreiro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Montalegre participando encontrar-se concluído o sumário pelo homicídio cometido por António Gomes Ribeiro, guarda da Alfândega de Montalegre, na pessoa de Vicente Domingues, de Castro Laboreiro, e estar em estado de ser julgado o réu, que, depois de pronunciado, se evadiu.

"Ao Ministro da Justiça acerca do estado em que se acha o processo crime contra o ex-recebedor do Hospital de São José, Henrique Pinto Ferreira"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na 3.ª vara de Lisboa informando sobre o estado do processo-crime contra o ex-recebedor do Hospital de São José, Henrique Pinto Ferreira.

"Ao Ministro da Justiça acerca do assassínio do subdelegado no julgado de Olhão, José da Costa Pimentel"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Faro, informando sobre o estado do processo instaurado pelo assassínio do subdelegado no julgado de Olhão, José da Costa Pimentel.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pelos homicídios do meirinho e guarda da Alfândega de Ponte da Barca"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que dos dezoito indivíduos que ficaram pronunciados no processo pelos homicídios do meirinho e do guarda da Alfândega de Ponte da Barca, só um foi capturado, o qual vai começar a ser julgado assim que for designado o dia.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra Jacinto José e seu filho, Manuel Jacinto, culpados em diferentes crimes"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o réu Jacinto José está com pronúncia, não tendo ainda passado seis meses desde que se evadiu da cadeia, e o seu filho, Manuel Jacinto, estava preparado para julgamento quando fugiu.

"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio do juiz de direito da comarca de Vila Pouca de Aguiar, João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que no sumário da querela prestada pelo homicídio do juiz de direito da comarca de Vila Pouca de Aguiar, João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses, ainda falta inquirir uma testemunha, que ainda não foi possível chamar a juízo, "por andar escondida temendo a vingança das pessoas que ofendera quando formou parte de uma guerrilha ao serviço da Junta do Porto na última guerra civil" e que no sumário já está lançada a pronúncia que declara não indicar pessoa alguma.

"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio do carabineiro espanhol Jacinto Davila"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que pelo juízo do julgado de Valadares já foi enviada ao promotor fiscal do partido judicial de Caniça, no reino da Galiza, a certidão da investigação militar feita em Espanha sobre o homicídio do carabineiro espanhol Jacinto Davila, a fim de ser judicialmente ratificada, para poder formar o corpo de delito na nova querela que irá ser prestada.

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