Homicídio

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“Ao Ministro da Justiça sobre a morte do preso escoltado António Ernesto da Costa Grandela”

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que uma escolta de caçadores n.º 2, encarregada de conduzir o preso António Ernesto da Costa Grandela, do lugar da Faia, julgado da Guarda, “conhecido sequaz da usurpação”, o matou por se ver perseguida por todos os moradores daquele lugar.

“Ao delegado do Procurador Régio no julgado de Vila Franca de Xira sobre uma morte feita no dia 17 de outubro corrente na mesma vila”

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio no julgado de Vila Franca de Xira. Remete cópia da portaria do Ministério da Justiça de 20 de outubro, para que, em cumprimento da mesma, promova o procedimento legal sobre o crime que teve lugar no dia 17 de outubro na mesma vila.

“Idem do julgado de Beja sobre o assassínio de Bento Lampreia"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao delegado do Procurador Régio no julgado de Beja. Remete a cópia da portaria da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça de 8 de novembro de 1836, na qual consta que, no dia 29 de outubro, foi assassinado Bento Lampreia, que acabava de ser condenado a pena de morte naquele julgado, quando saía do tribunal para se recolher à cadeia, para que intente os meios legais competentes para descoberta e castigo dos autores e cúmplices do crime.

“Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio de Joaquim Emídio Roquete"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do Procurador Régio no julgado de Vila Franca de Xira informando que o homicídio de Joaquim Emídio Roquete, perpetrado quando saía da sala da audiência, vai ficar impune por falta de prova que fundamente a pronúncia.

“Ao dito sobre a morte de um preso guerrilheiro em Santa Clara de Saboia"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 10 de novembro de 1836, da qual consta que, na noite de 19 para 20 de outubro, foi morto em Santa Clara de Saboia, no Algarve, um indivíduo que foi preso como guerrilheiro e que tentou evadir-se da escolta que o conduzia.

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