Estabelecimentos prisionais

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"Idem acusando a receção do ofício de que trata sobre a existência do preso Francisco Fonseca, solteiro, nas cadeias da capital"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Informa que o preso Francisco Fonseca, filho de Maria Rita da Ega, que se encontra indiciado em crime de morte, na comarca de Soure, não se encontra detido nas cadeias de Lisboa.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca da pronúncia no juízo da comarca de Soure pela aleivosa morte perpetrada por Francisco Fonseca, soldado desertor de cavalaria"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do delegado do Procurador Régio na comarca de Soure de 12 de maio de 1838, em que participa estar pronunciado no juízo daquela comarca, pelo crime de morte cruel e aleivosa, Francisco Fonseca, soldado desertor de cavalaria, filho de Maria Rita da vila da Ega, o qual consta estar preso nas cadeias do Limoeiro, em Lisboa.

"Idem ao Delgado do Procurador Régio na comarca de Soure acerca do preso Francisco Fonseca"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Delgado do Procurador Régio na comarca de Soure. Acusa a receção do ofício daquele delegado em que participava que se encontrava preso nas cadeias do Limoeiro Francisco Fonseca, pronunciado naquele juízo por uma morte "cruel e aleivosa", e pedia que se tomassem as necessárias providências para que o réu não escapasse da prisão. O ajudante do Procurador-Geral refere que o mesmo delegado devia requerer mandado de prisão ou carta precatória de embargo na cadeia e remetê-la ao Procurador Régio da Relação de Lisboa ou a algum dos seus delegados nesta cidade para estes promoverem a sua execução.