Resistência à autoridade

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"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pelo facto de terem encontrado os empregados da Alfândega de Vilar Torpim no sítio da Casa Verde trinta cavalgaduras carregadas de trigo vindo da Espanha"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, acompanhado da cópia de outros do seu delegado na comarca de Trancoso e do seu subdelegado de Figueira de Castelo Rodrigo, em que se mostra terem ficado pronunciado pelos crimes de resistência e assuada Luís Nunes Cardoso e Francisco Cardoso, sem se fazer caso do crime de contrabando, pelo que se ordenou a interposição do competente recurso.

"Idem ao mesmo acerca da resistência feita aos empregados do contrato do tabaco"

Ofício do ajudante interino servindo de Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca da resistência feita aos empregados do contrato do tabaco quando se ocupavam, por ser proibida a cultura da erva santa, em arrancar a que havia na fazenda pertencente a Manuel da Trindade, no lugar de Barrelas, concelho de Fragoso.

"Idem ao Ministro da Justiça acerca dos presos nas montanhas do Marão e povos vizinhos"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça participando terem sido presos nas montanhas do Marão e povos vizinhos vários indivíduos que se encontravam indiciados pela resistência feita às justiças e outros crimes, tendo sido morto, naquela ocasião, um dos réus.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca de resistência contra o juiz ordinário de Benavente por António Joaquim Vidigal"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca da resistência com armas perpetrada contra o juiz ordinário do julgado de Benavente por António da Costa Vidigal, conjuntamente com os seus irmãos José da Costa e Joaquim da Costa.

"Idem sobre resistência contra um oficial do juiz ordinário acima"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa sobre a resistência de Jerónimo Pereira dos Santos, por alcunha o "Olheiro", contra um oficial do juiz ordinário de Benavente, na ocasião em que este lhe apresentou o mandado de captura, dando-lhe uma bofetada de mão aberta e ameaçando-o com uma navalha.

"Idem sobre o processo da resistência feita aos oficiais da fiscalização na Secção de Paredes"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que no processo da resistência feita aos oficiais da fiscalização na Secção de Paredes ficaram pronunciados dois réus, que não foi possível prender por serem adventícios.

"Idem sobre o motim na freguesia de Ansiães"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Amarante, representa a impossibilidade de se proceder, sem auxílio de tropa, ao competente processo sobre o motim sedicioso e resistência com ferimentos ocorrida na freguesia de Ansiães.

"Idem de 19 de abril de 1838 ao Procurador Régio da Relação do Porto em que se lhe remete por cópia a portaria do Ministério da Justiça de 10 do corrente acerca da resistência de Zeferino de Carvalho Meireles e seu irmão"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca da resistência de Zeferino de Carvalho Meireles e seu irmão, António Fortunato de Carvalho Pinto de Meireles, quando uma escolta da Guarda Nacional ia prender o primeiro.

"José da Silva pede perdão"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Marinha acerca do pedido de perdão do grumete José da Silva, condenado pelos crimes de deserção, ofensas corporais e resistência e agressão a um agente da autoridade pública.

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