Homicídio

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"Réu César Augusto pede perdão"

Parecer do Procurador-Geral da República, Francisco José de Azevedo e Silva, sobre o requerimento em que César Augusto, pede perdão da pena a que fora condenado por crime de homicídio.

"Ao Ministro da Justiça para que indique o julgado aonde foi cometido o homicídio de que se trata"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Solicita que indique o julgado onde foi cometido o homicídio do ex-capitão de ordenanças Manuel Borges, perpetrado na ocasião em que o mesmo pretendia evadir-se da escolta que o conduzia preso.

"Ao Ministro de Justiça acerca da morte do preso José da Cruz, desertor"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, ao Ministro da Justiça. Participa que, sendo conduzido preso pela Guarda Nacional o salteador e desertor José da Cruz, foi morto com um tiro pelos seus "sócios" quando pretendiam tirá-lo à força de armas da escolta.

"Ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre os acontecimentos ocorridos [...] na cidade de Braga"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre os acontecimentos ocorridos na cidade de Braga nos dias 30 e 31 de março entre o povo e soldados do regimento de infantaria n.º 18, de que resultaram muitos ferimentos e um assassinato.

"Ao Delegado do Procurador Régio no Julgado da Feira sobre um crime de infanticídio"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, ao Delegado do Procurador Régio no Julgado da Feira. Participa que se encontra presa na cadeia do concelho uma das cúmplices no crime de infanticídio de sete recém-nascidos, que foi perpetrado perto de Ovar.

"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio de Inácio José Botelho da freguesia de Santa Bárbara [i. é Clara] a Velha"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, ao Ministro da Justiça. Participa que o Delegado do Procurador Régio no Julgado de Odemira informa que não pode prestar a querela pública pelo homicídio de Inácio José Botelho, lavrador da freguesia de Santa Clara-a-Velha, devido à ausência do Juiz de Direito e falta de juiz substituto.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca da prisão e ferimento mortalmente feito ao presbítero António Joaquim do Nascimento"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Informa que, tendo sido preso, na cidade de Évora, o presbítero António Joaquim do Nascimento como autor das intituladas pastorais de F. Fortunato de São Boaventura, foi ele mortalmente ferido junto à cadeia.

"Ao Procurador Régio da Relação do Porto recomendando lhe mande instaurar processo sobre o aparecimento de 6 crianças mortas"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre a instauração de um processo pelo aparecimento de seis crianças mortas no sítio da Barrinha, próximo ao mar.

"Ao Ministro da Justiça participando-lhe que no sítio da Barrinha apareceram 6 recém-nascidos mortos"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que no dia 8 de março de 1837, foram encontrados seis recém-nascidos mortos no sítio da Barrinha, próximo ao mar, que se presumem terem sido lançados ao mar por duas mulheres, que os conduziam de Aveiro para a roda da cidade do Porto.

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