Homicídio

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"Ao ministro da Justiça acerca do homicídio perpetrado no dia 22 de agosto de 1847 no sítio da Lagoa Funda, comarca de Cuba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o indivíduo assassinado no dia 22 de agosto de 1847, no sítio da Lagoa Funda, comarca de Cuba, era francês e o seu nome era Luís Julião Alexandre Guécheng.

"Ao ministro da Justiça acerca do assassínio perpetrado em um súbdito francês na estrada do Torrão para Odivelas na comarca de Cuba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 29 de de setembro de 1847, acompanhado da cópia de outro do seu delegado na comarca de Cuba, onde se declaram os sinais do francês assassinado na estrada do Torrão para Odivelas, na comarca de Cuba, e os objetos que lhe foram encontrados.

"Ao ministro da Justiça acerca do homicídio perpetrado no dia 22 de agosto de 1847 no sítio da Lagoa Funda na comarca de Cuba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Relativamente ao homicídio ocorrido, no dia 22 de agosto de 1847, no sítio da Lagoa Funda, comarca de Cuba, participa que o assassinado era francês e que numa venda do Torrão tinha mostrado algum dinheiro, saindo acompanhado por dois malteses que se presume serem os assassinos.

"Ao ministro da Justiça acerca de ter sido encontrado no dia 22 de agosto de 1847 um cadáver de um homem na estrada que vai do Torrão para Odivelas na comarca de Cuba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Cuba, de 22 de agosto de 1847, participando que, no dia 22 de agosto, foi encontrado o cadáver de um homem numa estrada, em Cuba, que foi morto com instrumento cortante, havendo indícios de que foi assassinado por dois indivíduos desconhecidos, com quem foi visto no dia 19 daquele mês.

"Ao Ministro da Justiça á cerca do ferimento e morte de Manoel Antonio de Mira Branco feito por Francisco Marcello, da Villa de Cuba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José Manuel de Almeida e Araújo Correia de Lacerda dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Cuba, de 15 de outubro de 1845, em que participa que, no dia 8 do mesmo mês, Francisco Marcelo feriu com um machado Manuel António de Mira Branco, de cujo ferimento resultou a morte deste no dia 14, e, tendo aquele confessado o crime, encontra-se detido e pronunciado.

"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa de 19 de Outubro ultimo, á cerca de não haver algum reo pronunciado pelos homecidios feitos por Officiaes de Justiça exigindo-se d'este nova informação com brevidade"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que não houve nenhum réu pronunciado no processo mandado formar pelos homicídios cometidos pelos oficiais de justiça nas pessoas de José Leandro e António José Lopes Moimenta, na ocasião em que se pretendiam capturar por se terem evadido da cadeia de Cuba. Informa ainda que não dispõe de informação sobre o processo formado contra o outro réu, Francisco Malveiro.