Manuel da Ascensão Espinho pede a quantia de 1.372.870 réis, 40% da importância que a Fazenda Nacional recebeu pela venda de vários prédios situados em Setúbal, que pertenceram a Francisco Maria Rafael, e que ele, na qualidade de escrivão de Fazenda no mesmo concelho, denunciou ao poder judicial.
Contém ofício da 1.ª Secção da 2.ª Repartição da Direção-Geral da Estatística e dos Próprios Nacionais do Ministério da Fazenda, de 30 de setembro de 1901, e minuta do parecer do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Cândido Ribeiro da Costa, de 24 de outubro.