Roubo

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"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca do roubo cometido pelos povos das Atalaias e Areias Brancas e outros pontos da costa"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca do roubo cometido pelos povos das Atalaias e Areias Brancas e outros pontos da costa, que se têm apossado de uma grande porção de barris e barricas com óleo de palma que ali tem aparecido por efeito de naufrágio, quebrando outras.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca dos roubos, mortes e atentados que diariamente se cometem nos povos de Midões, Oliveira do Conde e Cabanas e suas vizinhanças a ponto de que entre a Foz Dão e Venda do Sebo fora surpreendido José Rodrigues"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca dos roubos, mortes e atentados que diariamente se cometem nos povos de Midões, Oliveira do Conde e Cabanas e suas vizinhanças e acerca de quatro homens mascarados e outros bem armados terem constrangido, sob pena de morte, José Rodrigues, entre a Foz do Dão e Venda do Sebo, a dar-lhes uma ordem para, em sua casa, receberem 4000$000 réis, fazendo escritura de dívida do resto da quantia que não tivesse disponível.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca do encalhe nas praias da Tocha no dia 30 do mês passado da escuna inglesa 'Odrin'"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 26 de junho de 1838, acerca da escuna inglesa "Odrin" que encalhou nas praias da Tocha no dia 30 de maio de 1838, tendo os povos acudido logo com um machado a despedaçar a mesma embarcação, apoderando-se de todos os objetos e roubando o capitão e os marinheiros.

"Idem ao mesmo acerca de ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa de 18 do corrente mês acompanhado de outro do seu delegado no juízo de direito da 4.ª vara desta cidade sobre o processo formado ao argelino Nevim Soltam, por se lhe encontrar uma porção de prata roubada"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o processo formado ao argelino Nevim Soltam, por se lhe encontrar uma porção de prata roubada, está concluído e pronto para ser levado à ratificação da pronúncia.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do processo formado ao argelino Nevim Soltam"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o processo formado ao argelino Nevim Soltam, por se lhe encontrar uma porção de prata roubada, deve ser infalivelmente julgado na próxima audiência da ratificação da pronúncia.

"Idem de Lisboa sobre o roubo praticado na igreja de Santo Estêvão do concelho de Tavira"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a portaria do Ministério da Justiça de 28 de maio de 1838 sobre o roubo praticado, na noite de 17 do mesmo mês, na igreja de Santo Estêvão do concelho de Tavira, de todos os objetos de algum valor.

"Idem de 23 de abril de 1838 ao Procurador Régio da Relação do Porto em que se lhe envia a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 18 do corrente acerca do roubo praticado na igreja matriz de Vila Cortês"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca do roubo praticado na igreja matriz de Vila Cortês, na noite de 21 para 22 de março de 1838.

"Idem de 21 de abril de 1838 ao Procurador Régio da Relação de Lisboa em que se lhe remete a portaria do Ministério da Justiça de 11 do corrente com a cópia do ofício do juiz ordinário de Santiago de Cacém sobre roubos feitos nas igrejas de Santo Antão e Almas"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia do ofício do juiz ordinário do julgado de Santiago do Cacém acerca dos roubos feitos nas igrejas de Santo Antão e Almas, dos quais são suspeitos alguns soldados de cavalaria n.º 4 destacados na mesma vila.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca dos processos contra os dois presos de que se trata pertencentes a quadrilha de ladrões que infestam as vizinhanças de Portalegre"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Transmite a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 28 de março de 1838, para que faça promover os termos do processo contra os dois presos pertencentes à quadrilha de ladrões que infestam a região de Portalegre.

"Idem ao mesmo acerca de um processo que o seu delegado deve promover contra um argelino chamado Nevir Sultam"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 6 de março de 1838, para que, em cumprimento da mesma, faça promover os termos judiciais do processo contra um argelino chamado Nevir Sultam, que se encontra preso nas cadeias do Limoeiro, pela suspeita originada da posse de uma pouca de prata que tinha sido roubada.

"Ao ministro da Justiça com o ofício do delegado do procurador régio em Ponte de Lima acerca de ter sido assaltada a casa do marechal Francisco de Melo da Gama Araújo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, na noite de 9 de outubro de 1847, foi assaltada a casa do marechal de campo Francisco de Melo da Gama Araújo, em Ponte de Lima, por uma guerrilha de 30 a 40 salteadores armados, tendo já sido instaurado o respetivo processo.

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