Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério das Obras Públicas acerca do requerimento em que Fortunato Simões Carneiro, negociante, pede para conservar ou dispor de um aterro de 930 metros de extensão que se encontra na praia do Dafundo, feito em 1856, pela extinta Companhia do Caminho de Ferro de Sintra, alegando que esse aterro pertence a uma quinta de que hoje é dono e que naquele ano era de Luís Monteiro, que o terreno não foi expropriado, que o seu antigo proprietário não recebeu nenhuma indemnização e que o aterro é prejudicial à saúde pública.