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Envio do resumo da correspondência recebida e expedida pela Procuradoria-Geral ao ministro da Justiça, sobre os processos mandados instaurar contra os autores e cumplices nas falsificações de requerimentos de desistência ao concurso das igrejas

Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, dirigido ao ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça.

"Ao Conselheiro Procurador Régio do Porto"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, dirigido ao conselheiro procurador régio de Lisboa, em que participa a receção dos ofícios enviados por este magistrado sobre o caso dos documentos falsificados por indivíduos que se fizeram passar por tabeliães e das instruções que dera ao seu delegado na comarca de Barcelos com o objetivo de investigar o crime de falsificação. Por último, sobre este assunto, o Procurador-Geral elenca o número e teor das inquirições a realizar em Barcelos e Viana, tudo o que os delegados possam averiguar para que se faça justiça.

"Ao Conselheiro Procurador Régio do Porto"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, António Cardoso Avelino, dirigido ao procurador régio do Porto. Remete os requerimentos da secretaria do Negócios Eclesiásticos e da Justiça, e ordena que por haver motivo para crer que são falsas as assinaturas dos presbíteros e falsos os reconhecimentos dos tabeliães, exorta este magistrado do Porto a dar as instruções convenientes, eficazes e legais aos agentes do Ministério Público a fim de ser instaurado processo contra os culpados.

"Ao ministro da Justiça digo ao ministro do Reino, com a representação da Câmara Municipal do Porto, que acompanhou a portaria do mesmo ministério para se proceder à comparação da letra de Justino Ferreira Pinto Bastos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro do Reino. Devolve a representação da Câmara Municipal do Porto, que acompanhou a portaria do mesmo ministério de 29 de maio de 1847, para se proceder à comparação e reconhecimento da letra de Justino Ferreira Pinto Bastos.

"Ao ministro da Fazenda, a fim de serem remetidos alguns autógrafos com assinatura de Justino Ferreira Pinto Basto, para por meio deles se proceder ao reconhecimento e comparação da letra da assinatura daquele indivíduo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Fazenda. A pedido do procurador régio da Relação de Lisboa, solicita que lhe sejam remetidos documentos autógrafos com a assinatura de Justino Ferreira Pinto Basto que eventualmente existam naquele ministério ou no Tesouro Público, a fim de se proceder à comparação da letra da assinatura com uns documentos que se encontram autuados no juízo de direito do 3.º distrito criminal de Lisboa.
Contém a seguinte nota: "Idêntico a todas as secretarias de Estado, omitindo-se a palavra "Tesouro Público".

"Ao ministro da Justiça acerca do escrivão e tabelião que foi do julgado da Póvoa de Varzim, José Pereira Azurar, sobre escrituras em que incluiu certidões falsas de pagamentos das sisas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado interino do procurador régio na comarca de Vila do Conde, de 13 de agosto de 1846, participando que o antigo escrivão e tabelião do julgado da Póvoa de Varzim até outubro de 1845, Joaquim José Pereira Azurar, e que foi restituído ao ofício, por decreto de 21 ou 22 de julho de 1846, durante o tempo em que exerceu aquele ofício, celebrou seis escrituras de venda em que incluiu certidões falsas de pagamento das sisas, que ele próprio tinha forjado. Para além disso, conseguiu roubar a Fazenda Pública. O Procurador-Geral é de opinião que este tabelião notário, antes de ser processado, deve ser demitido.

"Ao ministro da Justiça acerca das querelas pelo crime de falsificação das listas de recenseamento para as últimas eleições de deputados"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 20 de julho de 1846, acompanhado de outros do seu delegado na comarca de Alenquer, em que expõe as razões por que entende que não deve querelar pelo crime de falsificação das listas de recenseamento para as últimas eleições de deputados, que o cidadão José António de Oliveira Carmo atribui ao escrivão da Câmara de Alenquer, Luís Maria Soares da Silva. O Procurador-Geral concorda com a opinião dos dois magistrados do Ministério Público.

"Perdão pedido por João Luís da Silva"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o requerimento de João Luís da Silva, em que pede perdão da pena de 14 meses de prisão correcional a que fora condenado na comarca de Rio Maior, por uso de documento falsificado.

"Perdão pedido por António Pinho e Cruz"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o requerimento de António Pinho e Cruz, em que pede novamente a comutação da pena a que foi condenado pelo crime de falsidade.

"Processo relativo à extradição de Ramona Taborda de nacionalidade espanhola, solicitada conjuntamente com a de Emilio Moral Casares pelo cônsul da república Argentina nesta capital"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o pedido de extradição de Ramona Taborda ou Rosa Gonsalez, e Emílio Moral Casares, com processo instaurado no julgado criminal de Buenos Aires, por crime de falsificação de bonds ou títulos do Banco hipotecário da dita cidade.

"Perdão pedido por António de Pinho e Cruz"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral do Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins. Sobre o requerimento de António de Pinho e Cruz, em que solicita o perdão ou a comutação da pena a que foi condenado na comarca do Porto, pelo crime de falsidade.

"Ao procurador régio do Porto"

Oficio do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Pereira Guimarães dirigido ao procurador régio do Porto, a respeito da investigação para descobrir e entregar à justiça os indivíduos que se mostrem culpados no grave crime de moeda falsa.

"Ao Ministério da Justiça. Em cumprimento da Portaria de 28 de julho de 1858, com referencia á do Ministério da Fazenda de 17 do precedente mês, a respeito da apreensão feita pela Alfândega Grande de Lisboa em um aparelho para fabricar papel destinado á confecção de notas falsas do Banco do Brasil"

Oficio do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça.

"Para o Ministério da Fazenda. Sobre o mesmo assunto do ofício supra, e em execução da citada portaria de 17 de julho de 1858"

Oficio do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda, sobre uma apreensão feita na alfândega Grande de Lisboa, de uma máquina para o fabrico de papel moeda falsa, do Brasil.

"Ao procurador régio de Lisboa a respeito de fabricadores de moeda na Covilhã"

Oficio do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao procurador régio de Lisboa, a respeito da prisão de vários réus residentes na comarca da Covilhã, pronunciados no tribunal do 2.º distrito criminal da cidade do Porto, pelo crime de falsificação e emissão de notas e bilhetes do Brasil, e de moeda falsa portuguesa e estrangeira.

"Extradição do súbdito espanhol Cipriano Baralto Nasarino"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de extradição do súbdito espanhol, Cipriano Baralto Nasarino, capturado em Malpica, no distrito de Castelo Branco, com processo instaurado no julgado de Valência por crime de falsificação de documentos oficiais.

"Parecer sobre o pedido de extradição do súbdito britânico John Baptist Recano feito pelo Ministro da Grã-Bretanha nesta corte"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Aníbal Aquiles Martins, sobre o pedido de extradição urgente do cidadão inglês que supõem estar refugiado em Lisboa, John Batist Recano, ajudante do registo do Supremo Tribunal de Gibraltar, acusado do crime de falsificação.

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