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"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio cometido em Santiago de Cacém, na pessoa de João Batista"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que João Pedro e Inácio, que se dizia estarem implicados no homicídio de João Batista, não foram pronunciados como corréus ou cúmplices na morte, mas no facto de entrarem na casa dele.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pelo homicídio praticado na mulher de Manuel Carlos da Fonseca Almeida Campo Verde, ex-delegado na comarca de Reguengos de Monsaraz"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que Manuel Carlos da Fonseca Almeida Campo Verde, ex-delegado na comarca de Reguengos de Monsaraz, ficou pronunciado pelo homicídio da sua mulher, tendo-se passado ordens de captura. Informa ainda ter sido preso o corréu, Matias Gomes Ponce, que se tinha evadido da cadeia de Évora, tendo sido capturado na vila de Mourão.

"Ao Ministro da Justiça acerca do estado do processo pelos homicídios cometidos no concelho de Monsaraz"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que a Relação de Lisboa deu provimento ao agravo interposto pelo Ministério Público na parte relativa a Manuel Carlos da Fonseca Almeida Campo Verde, ex-delegado na comarca de Reguengos de Monsaraz, que se mandou indiciar no crime de homicídio praticado na pessoa da sua mulher.

"Ao Ministro da Justiça acerca dos homicídios cometidos no concelho de Monsaraz"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que, apesar das diligências realizadas para capturar António Joaquim de Andrade Cabral, ex-carcereiro da cadeia de Évora e implicado na fuga do réu Matias Gomes Ponce, não foi possível capturá-lo, desconhecendo-se o seu paradeiro, bem como o do réu Ponce.

"Ao Ministro da Justiça em aditamento ao ofício da Procuradoria-Geral da Coroa de 29 de agosto último relativo ao processo pelo assassínio do bacharel João Lopes Calheiros"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, participando que não se obteve provimento no recurso interposto no processo pelo assassínio do bacharel João Lopes Calheiros e que, desatendendo-se à nulidade por ele apontada, interpôs recurso de revista.

"Ao Ministro da Justiça acerca de ter terminado o processo pelo assassínio de um sargento espanhol no sítio da Granja, julgado de Boticas, por terem sido absolvidos os pronunciados"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Joaquim Pereira Guimarães, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que no processo pelo assassínio de um sargento espanhol no sítio da Granja, julgado de Boticas, em que ficaram pronunciados Manuel Monteiro Chaves e Francisco Monteiro, do lugar da Granja, foram os mesmos absolvidos em audiência geral de julgamento, ficando terminado o processo.

"Ao Ministro da Justiça participando as ordens que expediu ao procurador régio da Relação do Porto em consequência do seu ofício de 3 do corrente e outro do seu delegado em Gouveia sobre as desordens que ocorreram pela posse que o padre Joaquim Mendes tomou da igreja da freguesia de Torrozelo, julgado de Sandomil, sendo autor delas o juiz eleito"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa interino, Joaquim Pereira Guimarães, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Gouveia, participando que na freguesia de Torrozelo, julgado de Sandomil, por ocasião da posse do padre Joaquim Mendes, ocorreu uma grande desordem, de que resultou a morte de um indivíduo, contribuindo para este motim o juiz eleito, cunhado do padre Joaquim de Campos, que ali estava encomendado.

"Ao Ministro da Justiça acerca do atroz crime perpetrado no dia 12 de agosto em o lugar de Perqueiro, freguesia de São Bartolomeu, julgado de Angra, numa rapariga de 10 para 12 anos queimada por sua própria mãe"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa interino, Joaquim Pereira Guimarães, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação dos Açores, participando que, no lugar de Pesqueiro, freguesia de São Bartolomeu, julgado de Angra do Heroísmo, foi queimada pela sua própria mãe uma rapariga de 10 a 12 anos, vindo a falecer alguns dias depois.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pelo assassínio do bacharel João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses, juiz de direito de Vila Pouca de Aguiar"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, fazendo um relatório do processo instaurado pelo assassínio do bacharel João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses, juiz de direito de Vila Pouca de Aguiar, extraído do instrumento de agravo que subiu àquela Relação do despacho que não pronunciou réu algum.

"Ao Ministro da Justiça em aditamento ao ofício da Procuradoria Geral da Coroa de 23 de abril último e ofício do procurador régio da Relação de Lisboa de 13 do corrente sobre ter ficado indiciado António Maria Saramago como suspeito da fuga e assassino do preso José Maria Soeiro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que no sumário a que se procedeu, no julgado de Monsaraz, pela tirada do preso José Maria Soeiro da cadeia de Mourão e assassínio do mesmo, ficou indiciado António Maria Saramago como suspeito de ter preparado meios clandestinos para a fuga do mesmo preso, bem como se concedeu fiança ao indiciado.

"Ao Ministro da Justiça acerca da prisão do criminoso António Félix pelo regedor de paróquia do lugar de Ferro na comarca da Covilhã"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que no dia 26 de julho foi preso pelo regedor da paróquia do lugar de Ferro, na comarca da Covilhã, o criminoso António Félix, por ter espancado e ferido Manuel Tomé e outros indivíduos, e que, tendo este sido conduzido para a cadeia daquele lugar, reuniram-se muitos dos seus habitantes, arrombando a cadeia e assassinando o preso.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo pelo assassínio de João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses, juiz de direito que foi de Vila Pouca de Aguiar"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete os ofícios do procurador régio da Relação do Porto e do seu delegado na comarca de Vila Pouca de Aguiar participando que no dia 2 de julho foi interposto o agravo do despacho que não pronunciou ninguém no processo pelo assassínio do juiz de direito daquela comarca, João Lopes de Calheiros Jácome de Meneses.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra António dos Santos e António José Maria pela tentativa de homicídio contra a pessoa de D. Carlos Mascarenhas, comandante da Guarda Municipal de Lisboa"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do delegado do procurador régio na 4.ª vara com a descrição dos termos que tem seguido o processo instaurado contra António dos Santos e António José Maria pela tentativa de homicídio de Carlos Mascarenhas, comandante da Guarda Municipal de Lisboa.

"Ao Ministro da Justiça acerca do estado do processo pelos homicídios cometidos no concelho de Monsaraz"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, na noite de 21 de junho, se evadiu da cadeia da cidade de Évora Matias Gomes Ponce, que estava pronunciado por aquele juízo de direito como autor dos assassínios praticados em Vale de Carneiros, no dia 5 de dezembro de 1848. Informa ainda que se agravou do despacho que pronunciou apenas aquele réu.

"Ao Ministro da Justiça acerca da captura do réu Joaquim Madeira, residente na vila do Redondo, deprecada pelo juiz de 1.ª instância do partido da vila de Zafra, província de Badajoz"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o subdelegado do procurador régio no julgado do Redondo mandou requerer e promover a captura do réu Joaquim Madeira, residente na vila do Redondo, deprecada pelo juiz de 1.ª instância do partido da vila de Zafra, província de Badajoz, por suspeita do homicídio de Manuel Lopes, da vila de Olivença.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo instaurado no juízo de Santiago do Cacém pelo crime de homicídio cometido na pessoa de João Batista daquela vila"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Santiago do Cacém, com a informação do estado do processo instaurado pelo crime de homicídio de João Batista daquela vila.

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