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"Processo com o relatório da comissão incumbida da reforma dos padrões consumidos no incêndio da Câmara em 1863 contendo a declaração de que só apareceu um pertencente a D. Maria do Carmo Herculano de Sousa, do capital de 2400$000 réis"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Solicita o envio de documentos adicionais.

"Ao ministro da Fazenda, com a cópia do libelo que no juízo de direito da 5.ª vara de Lisboa ofereceu o marquês de Lavradio contra a Fazenda Pública, para reivindicar o terreno do palácio do duque de Aveiro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado do libelo que o marquês de Lavradio submeteu contra a Fazenda Pública, para reivindicar o terreno do palácio do duque de Aveiro, na rua direita de Belém, que foi arrasado em virtude da sentença de 1759, terreno que pertencia ao vínculo da casa do conde de Portalegre.

"Ao Ministro da Justiça sobre a remessa de documentos relativos ao juiz da Relação de Lisboa, Caetano Xavier Pereira Brandão"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Solicita o envio de documentos relativos ao juiz da Relação de Lisboa, Caetano Xavier Pereira Brandão, referidos na portaria daquele Ministério de 4 de outubro de 1848, para servirem de fundamento ao processo mandado promover contra ele.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo contra D. Maria de Alegria Pinto de Queirós"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado da cópia de outro do seu delegado interino na 3.ª vara da comarca de Lisboa, dando conta dos termos do processo criminal instaurado contra Maria de Alegria Pinto de Queirós, que se encontra apenas com o corpo de delito e com a querela prestada, sem se ter procedido ao sumário da culpa nem à proposição da ação civil para a indemnização da Fazenda Pública. O Procurador-Geral assinala "a escandalosa [...] negligência dos delegados do procurador régio que têm servido neste juízo no prosseguimento deste processo".

"Ao Ministro da Justiça acerca das averiguações a que se tem procedido relativo ao cadáver mutilado que se encontrou junto às obras de Santa Engrácia"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao seu ofício de 18 de setembro de 1848, remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, com a cópia de outro do seu delegado na 5.ª vara, dando conta das averiguações a que se tem procedido sobre o cadáver mutilado que se encontrou junto às obras de Santa Engrácia.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo formado contra Lourenço Contreiras e António Viegas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, acompanhado da cópia de outro do governador civil de Lisboa, em que este participa que ainda não recebeu participação alguma da comissão administrativa do Hospital de São José sobre o restabelecimento do réu Lourenço Contreiras. O Procurador-Geral da Coroa informa que solicitou ao mesmo procurador régio que pedisse diretamente àquela comissão administrativa informações sobre a permanência do réu naquele estabelecimento ou sobre o destino que teve, para depois se adotarem as providências mais convenientes.

"Ao Ministro da Justiça acerca do homicídio de Matilde do Rosário da Luz, perpetrado nesta capital a noite de 12 para 13 de setembro de 1848"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que, na noite de 12 para 13 de setembro de 1848, foi encontrado o cadáver de Matilde do Rosário da Luz, junto às obras de Santa Engrácia, em Lisboa, e que se estão a empregar todas as diligências para se descobrirem os autores do homicídio, estando já presa a filha da vítima, em cuja casa foi descoberta a cabeça da vítima.

"Ao Ministro da Justiça, acerca da tentativa de assassínio na pessoa do comandante da Guarda Municipal de Lisboa, D. Carlos de Mascarenhas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que se encontra completa a pronúncia contra António dos Santos, carpinteiro de seges, e António José Maria, boleeiro.

"Ao Ministro da Justiça acerca da licença concedida ao delegado do procurador régio na 3.ª vara de Lisboa, o bacharel Manuel Joaquim da Silva"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que o seu delegado na 3.ª vara de Lisboa, o bacharel Manuel Joaquim da Silva, principiava a gozar a licença que lhe foi concedida, no dia 18 de agosto de 1848, sendo substituído pelo bacharel Manuel Joaquim Gomes.

"Ao Ministro da Justiça, acerca do processo contra o contador da 5.ª vara de Lisboa Henrique José Saraiva da Guerra"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, com a cópia de outro do seu delegado na 5.ª vara de Lisboa, em que este informa que encontrou mais alguns processos com erros de contagem a favor do contador daquela vara, Henrique José Saraiva da Guerra, de que requereu certidões, para se organizar o corpo de delito.

"Ao Ministro da Justiça acerca da arguição feita ao contador do juízo de direito da 5.ª vara, Henrique José Saraiva da Guerra"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, participando que ainda não foi instaurado o processo pelos excessos e abusos cometidos pelo contador do juízo da 5.ª vara de Lisboa Henrique José Saraiva da Guerra, e só naquela data ia ser promovido, devendo-se esta falta ao magistrado do Ministério Público que exercia funções naquele juízo em agosto de 1846, o bacharel João da Costa Sousa e Alvim, que se encontra excluído da magistratura.

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