Porto de Mós

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"Ao Ministro da Justiça com o Officio do Procurador Regio da Relação de Lisboa do 1.º do corrente e outro do seu Delegado em Leiria, á cerca de ter sido citado o Agente do Ministerio Publico em Porto de Moz, a requizição da Mizericordia da mesma Vila para a restituição de certos Predios, ou no pagamento da pensão que for ajustada"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que o agente do Ministério Público no julgado de Porto de Mós foi citado, a pedido da Misericórdia daquela vila, para a execução da sentença que obteve em todas as instâncias condenando a Fazenda Pública na restituição de certos prédios ou no pagamento da pensão que for legalmente ajustada.

Processo em que o presbítero João Manuel Sanches Ferreira, pároco da freguesia de São João Batista dos Estevais, pede licença régia para efetuar a troca da casa de residência dos párocos por outra pertencente a José Maria Sanches Ferreira

Contém ofício da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, de 13 de outubro de 1851, e minuta do parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda de 30 de outubro de 1851, escrita sobre o ofício.

"Ao Ministro da Justiça solicitando do Governo, a auctorização para serem processados o Prezidente e Secretario da Camara Municipal de Porto de Moz pelo crime de falsificação de Documentos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça remetendo um pedido de autorização para, no caso de a acusação ser verdadeira, serem processados o presidente e o secretário da Câmara Municipal de Porto de Mós, pelo crime de falsificação de documentos extraídos para a arrecadação da contribuição municipal direta, que continham verbas muito mais elevadas que o lançamento.

"Officio ao Ministro da Justiça acerca da queima de hum processo crime praticado por José Sanches Barreto Perdigão Escrivão do Juizo Ordinario do Julgado de Porto de Mós"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça informando que, de acordo com o subdelegado do Procurador Régio no julgado, Joaquim Pedro Sanches, o escrivão do juízo ordinário do julgado de Porto de Mós, José Sanches Barreto Perdigão, queimou um processo-crime, tendo já sido exonerado o agente do Ministério Público. Sugere-se que se informe o presidente da Relação de Lisboa sobre o facto, para que o funcionário, no caso de ser verdadeiro, seja logo demitido.

"Ao Ministro da Fazenda, participandodo-lhe [sic] que fôra dicidida contra a Fazenda Publica a Revista requerida pelo Ministerio Publico na Cauza movida contra a mesma Fazenda pela Misericordia da Villa de Porto de Moz"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda acerca da ação proposta pelo provedor e irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Porto de Mós contra a Fazenda Pública para a reversão dos bens que aquela Misericórdia tinha doado, em 1675, ao convento dos religiosos de Santo Agostinho da mesma vila, informando que a ação está pendente em recurso de revista interposto pelo Ministério Público.

"Idem ao Ministro da Fazenda á cerca do resultado da acção proposta pelo Provedor e Irmãos da Mezericordia da Villa de Porto de Moz contra a Fazenda Publica"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda remetendo um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa em que informa que o Ministério Público interpôs recurso de revista, que se encontra pendente no Supremo Tribunal de Justiça, da ação proposta pela Misericórdia da vila de Porto de Mós contra a Fazenda Pública para a reversão dos bens que a mesma Misericórdia tinha doado em 1675 ao Convento dos Religiosos de Santo Agostinho daquela vila.

"Ácerca da representação da Camara Municipal do Porto de Moz"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do pedido da Câmara Municipal de Porto de Mós para aquela vila ser transferida da quarta ordem para a imediatamente inferior, para efeitos de contribuição industrial.