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Difamação / Injúria
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"Idem ao Ministro da Justiça acerca dos insultos e ameaças feitos às justiças pelos criados de Leão Daupias e outros no Porto de [Baliva?]"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino d'Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça, transmitindo-lhe por cópia, os ofícios do juiz ordinário do julgado de Alcochete, nos quais este magistrado expõe os insultos e ameaças proferidos às autoridades judiciais pelos criados de Jácome Leão Daupias e outros, no porto de [Baliva?]. Por esse motivo solicita a colocação de um destacamento militar para aquela vila, salientando que nenhum dos seus oficiais se atreveu a prender qualquer um daqueles criminosos.

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"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca dos insultos, e ameaças feitos às justiças pelos criados de Leão Daupias no Porto de [Beleza?]"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino d'Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa, transmitindo-lhe por cópia os ofícios do juiz ordinário do julgado de Alcochete, nos quais expõe os insultos e ameaças proferidos às autoridades judiciais pelos criados de Jácome Leão Daupias e outros, no porto de [Beleza?].

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto acerca da maneira indecorosa e impolítica com que se houveram os vogais da última Câmara da vila de Viana"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino d'Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto, sobre as injúrias proferidas pelos vogais da Câmara da vila de Viana contra o administrador da dita vila.

"Ao Ministro da Justiça acerca da injúria feita a um dos chefes das Repartições da Guerra"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, acompanhado de outro do seu delegado no 5.º distrito, participando que pelo corpo de delito formado pela injúria e ofensa feita ao capitão do exército Barão de Wiederhold, chefe de uma Repartição do Ministério da Guerra, não resulta crime público sobre o qual caiba querela, mas apenas injúria, que deve ser processada e punida correcionalmente. O Ajudante do Procurador-Geral é de outra opinião, considerando que a injúria feita a um oficial militar no exercício das suas funções é um crime público, que não pode ser punido correcionalmente.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca da ofensa feita por dois ingleses ao barão de Wiederhold na Secretaria da Guerra"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca dos processos relativos aos insultos praticados por dois oficiais ingleses ao barão de Wiederhold na Secretaria da Guerra.

"Ao Ministro da Justiça sobre a acusação do juiz substituto do julgado de Penafiel Álvaro Pereira de Magalhães Sampaio"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca da acusação feita ao juiz substituto do julgado de Penafiel, Álvaro Pereira de Magalhães Sampaio, do qual se afirma que procura subornar as testemunhas com peitas ou ameaças para que deponham a favor dos salteadores que se encontram presos.

"Ao Ministro da Justiça acerca dos insultos feitos a dois oficiais do exército chefes da Repartição do Ministério da Guerra"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca do estado dos processos mandados formar pelos insultos e ofensas feitos a dois oficiais do exército do Ministério da Guerra no exercício das suas funções.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do insulto feito por Sir R. Puzelley ao chefe da 1.ª Repartição da Guerra dentro do edifício da mesma Secretaria"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 24 de novembro de 1836, acerca do insulto feito por R. Puzelley ao chefe da 1.ª Repartição da Guerra dentro do edifício da mesma Secretaria, para proceder pelo respetivo delegado na forma ordenada na mesma portaria.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa para se proceder à organização do processo pela injúria feita ao Barão Wiederhold"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 23 de novembro de 1836, para que pelo respetivo delegado faça proceder à organização do processo pela injuriosa ofensa feita ao Barão Wiederhold, a fim de que o culpado seja punido com todo o rigor das leis.

"Idem sobre a competência das injúrias feitas aos juízes de direito representado pelo delegado de Vimioso"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a cópia de um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto de 10 de novembro de 1836 e a representação que acompanhou o mesmo ofício, em que o delegado no julgado de Vimioso pede que se indique quem é o juiz competente para conhecer das injúrias feitas ao juiz de direito quando tiverem de ser julgadas no Tribunal de Polícia Correcional.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação dos Açores e mais papéis acerca da correspondência entre o governador civil do Faial e o agente do Ministério Público da mesma comarca sobre a suspensão de um processo-crime por injúrias cometidas por Sebastião de Arriaga Brum da Silveira"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação dos Açores acerca da suspensão de um processo-crime por injúrias cometidas por Sebastião de Arriaga Brum da Silveira contra o cônsul dos Estados Unidos da América, Carlos Guilherme Dabney.

"Ao Ministro da Justiça acerca de afixações de pasquins injuriosos à pessoa do delegado do Procurador Régio na comarca de Arouca, Sebastião António Peixoto"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Arouca, participando que continua a afixação de pasquins injuriosos à sua pessoa.

"Joaquim Bernardino Sequeira, ou Joaquim Augusto de Sequeira, pede perdão"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João Taborda de Magalhães. Pronuncia-se sobre o pedido de perdão da pena de Joaquim Bernardino Sequeira, ou Joaquim Augusto de Sequeira, condenado pelo crime de homicídio frustrado de João Augusto da Silva e por ter injuriado e ameaçado por várias vezes o administrador do concelho do Fundão, quando esteve preso na cadeia.

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