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Descrição arquivística
Buscas e apreensões
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"Idem ao mesmo acerca da representação do conselheiro diretor da Alfândega de Lisboa sobre queixa do Magistrado de policia correcional do 2.º distrito"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino d'Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa, sobre a queixa apresentada pelo conselheiro diretor da Alfandega Grande de Lisboa, contra o magistrado de policia correcional do 2.º distrito, por não dar cumprimento a um ofício que mandava dar busca a uma casa, onde constara existir contrabando.

“Ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre uma tomadia de aguardente estrangeira em Vila do Conde"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Remete uma portaria do Tesouro Público Nacional de 11 de novembro de 1836, para que promova e defenda os interesses da Fazenda Pública na causa de apelação pendente naquela Relação e interposta da sentença do juiz de direito de Vila do Conde acerca de uma tomadia de aguardente estrangeira.

"Ao Ministro da Justiça acerca da dúvida proposta pelo delegado do Procurador Régio na comarca de Aldeia Galega, se para se dar busca em casa de um súbdito espanhol, onde se acoitam malfeitores pronunciados, se faz precisa a autorização do cônsul respetivo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, expondo a sua opinião acerca da dúvida levantada pelo seu delegado na comarca de Aldeia Galega sobre se para se se proceder a uma busca em casa de um súbdito espanhol, onde estão acolhidos malfeitores pronunciados, é necessária a autorização do cônsul respetivo.

"Ao Ministro da Justiça acerca de no dia 29 de novembro ter sido apreendido na vila do Crato um contrabandista com 12 arráteis de sabão"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, no dia 29 de novembro de 1848, foi apreendido na vila do Crato um contrabandista com doze arráteis de sabão, o qual se evadiu no sítio de Monte da Pedra.

"Ao Ministro da Justiça acerca da Câmara Municipal do concelho da vila do Redondo, que com desprezo das leis, contratara com o seu próprio escrivão a venda de objetos pertencentes ao Convento da Serra de Ossa"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, participando que a Câmara Municipal do Redondo, com desprezo das leis, contratou com o seu próprio secretário, João Joaquim Ramos, a venda de seis janelas e quatro portas com as respetivas ferragens e grades, pertencentes ao Convento da Serra de Ossa, hoje incorporado nos próprios do concelho, sem prévia avaliação, hasta pública e solução do preço, autorizando o mesmo secretário para as extrair do Mosteiro e conduzir para um seu prédio, onde foram encontrados e apreendidos judicialmente.

"Ao Ministro da Justiça acerca da apreensão de moeda falsa na cidade de Braga na Rua da Água da mesma cidade"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto, em que indica as providências tomadas para se efetuar a captura dos dois proprietários da fábrica em que foi encontrada a moeda falsa, em Braga, e para se prevenir a passagem de outra igual na feira de São Martinho de Penafiel, aonde se presume ter-se dirigido um dos passadores.

"Ao Ministro da Justiça acerca da busca feita na casa e fábrica de sinos de Manuel José da Silva Santos, da cidade de Braga, na qual se cunhava moeda falsa"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do Procurador Régio na comarca de Braga, participando que se procedeu a uma busca na fábrica de sinos de Manuel José da Silva Santos, em Braga, encontrando-se e apreendendo-se várias moedas falsas que aí eram fabricadas, não se tendo conseguido capturar o dono, por estar fora, mas apenas um irmão dele, que guardava a mesma fábrica.

Circular n.º 130

Circular do Procurador Régio da Relação de Lisboa, António da Fonseca Mimoso Guerra. Em cumprimento da portaria do Ministério da Justiça de 18 de novembro de 1839, recomenda que se promova muito ativamente o andamento dos processos de tomadia de contrabandos e descaminho de direitos, formados segundo o artigo 249 e seguintes da 2.ª parte da Reforma Judiciária.

"Tomadia da Alfandega das 7 Casas. Desencaminhado o processo de uma, que se deve fazer."

Parecer do Procurador Geral da Fazenda Joaquim José da Costa e Simas, acerca de requerimento do oficial da fiscalização da Alfândega das Sete Casas, Teotónio José da Silva, em que pede a parte do dinheiro a que tem direito, de uma apreensão que fez em cinco cargas de vinho no ano de 1841. Este pedido não pode ser deferido por motivo de extravio do processo, quando este foi remetido para o poder judicial.

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