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Administração local / Municípios
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"Ao ministro da Justiça acerca do espancamento e ferimento na noite de 14 de julho de 1847 de diferentes pessoas [...] que se recolhiam dos trabalhos da lavoura, na comarca de Arouca"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio da Relação de Lisboa, de 13 de agosto de 1847, em que participa que um bando de homens armados espancou e feriu gravemente, na noite de 14 de julho do mesmo ano, diferentes pessoas que regressavam do trabalho da lavoura e tendo aquele delegado, na qualidade de juiz de direito interino daquela comarca, instaurado o sumário e pronunciado quatro dos agressores, estes andam armados ao serviço do administrador do concelho como cabos de polícia. O delegado acusa ainda o administrador do concelho de ter prendido o carcereiro da cadeia, a pretexto de desobediência. O Procurador-Geral é de parecer que se deve dar conhecimento destes factos ao Ministério do Reino, para que sejam adotadas as medidas convenientes.

"Ao ministro da Justiça, acerca dos factos criminosos ocorridos no julgado de São Lourenço do Bairro, por ocasião da eleição da Câmara Municipal e do juiz ordinário"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do ajudante do procurador régio da Relação do Porto, de 9 de outubro de 1846, recebido na Procuradoria-Geral no dia 13 de julho de 1847, participando os factos criminosos ocorridos no julgado de São Lourenço do Bairro, em Anadia, no dia 27 de setembro de 1846, por ocasião da eleição da Câmara Municipal e do juiz ordinário.

"Ao ministro da Justiça acerca de ter o administrador do concelho de Peniche, por mero acinte, devassado a casa do agente do Ministério Público no referido julgado"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 11 de março de 1847, acompanhado da cópia de outro do seu delegado na comarca de Torres Vedras, em que informa que o administrador do concelho de Peniche devassou a casa do subdelegado do procurador régio naquele julgado, "mandando-lhe dar busca, com o pretexto da prisão de Francisco Rodrigues Semeno".

"Ao ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca de fazer conter nos limites da lei o administrador da comarca de Borba"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 7 de setembro de 1846, acompanhado de outro do seu subdelegado no julgado de Borba, em que este agente se queixa de que administrador do concelho o está a obrigar a coadjuvar as diligências de polícia, como aconteceu no dia 21 de agosto, e pede providências sobre este assunto. O Procurador-Geral, considerando justa a reclamação do subdelegado, entende que se deve solicitar do Ministério do Reino as convenientes providências para que a lei seja cumprida, uma vez que o artigo 59 da Novíssima Reforma Judiciária isenta todos os membros do Ministério Público dos encargos do concelho e de todo o serviço pessoal.

"Ao ministro da Justiça acerca do insulto feito à Câmara Municipal do concelho de Oliveira do Bairro no dia 24 de julho de 1846 por vários indivíduos armados de espingardas com baionetas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Anadia, de 5 de agosto de 1846, participando que, no dia 24 de julho, vários indivíduos de Oliveira do Bairro, capitaneados por José da Fonseca Dias, atacaram e insultaram a Câmara Municipal daquele concelho, ameaçando os membros, que se encontravam reunidos em plena sessão, de fazerem fogo se não se retirassem. Informa ainda que, no dia 12 do mesmo mês, foi assaltada a casa do Dr. António Clemente Cardoso, da freguesia de Mogofores, por Joaquim Teixeira das Neves, por alcunha o Claro, e outros, "ameaçando-o de que se, dentro de oito dias, não mandasse a cada um um cruzado, lhe quebrariam as portas, janelas e não lhes deixariam uma só telha no telhado".

"Ácerca dos cereais produsidos nos terrenos denominados a Contenda"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento da Câmara Municipal de Moura, de 16 de julho de 1871, em que pede a revogação do edital de 14 de julho desse ano, que anuncia que "todos os cereais produzidos nos terrenos da Contenda e que dali se importassem para consumo do país eram sujeitos a despacho de importação e/ou direitos e imposto marcado na tabela anexa ao decreto de 11 de abril de 1865". Relata os factos mais importantes da história do terreno da Contenda, entre os quais a concordata de 19 de outubro de 1542.

"Sobre a pretensão da Câmara Municipal de Lisboa à importância dos adicionais lançados pela Junta Geral do Distrito sobre contribuições diretas do Estado desde o 1.º janeiro último"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda sobre se a Câmara Municipal de Lisboa tem direito, como pretende, desde 1 de janeiro de 1886, à importância dos adicionais lançados pela Junta Geral sobre as contribuições diretas do Estado, para ocorrer aos encargos do antigo concelho de Lisboa, Belém e parte dos Olivais, em conformidade com a carta de lei de 18 de julho de 1885, direito que lhe é contestado pela Junta Geral do Distrito.

"Acerca de um legado de 10:000$000 réis em dinheiro deixado por Arsénio José Alves para sustentar uma escola de instrução primária na freguesia onde falecesse"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica acerca do legado de Arsénio José Alves, falecido a 13 de maio de 1884, de 10 contos de réis para sustentar uma escola de instrução primária na freguesia onde falecesse, que veio a ser a freguesia de Santa Justa em Lisboa, devendo essa escola ter o nome de "Escola Arsénio José Alves" e acerca do usufruto de 85 contos deixados por Joaquim José Marques Guimarães, falecido a 4 de agosto de 1878, em inscrições, repartido por vários legados, de um dos quais ficará herdeira, se casar, a respetiva legatária, determinando que com os juros se fundasse uma escola na freguesia de Santa Justa, com a denominação de "Escola Joaquim Marques Guimarães" para educação gratuita.

"D. Margarida Cândida Pereira pede o pagamento de um padrão de juro da Câmara Municipal de Lisboa"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Margarida Cândida Pereira de Magalhães, autorizada pelo seu marido José Guedes Pereira de Castro e na qualidade de herdeira do seu pai, o conselheiro Félix Pereira de Magalhães, pede o pagamento dos juros de um padrão à Câmara Municipal de Lisboa, que recusou.

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