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"Idem acerca do processo que o Delegado do Procurador Régio em Vouzela pretende intentar pela Fazenda contra António Pires de Almeida Carvalho e Castro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça acerca da ação de reivindicação que o Delegado do Procurador Régio em Vouzela pretende intentar pela Fazenda Pública contra António Pires de Almeida Carvalho e Castro, possuidor e usurpador da fazenda denominada de "o Chão do Mosteiro", pertencente à comenda de Cristo daquela vila. Solicita o envio de cópias autênticas dos falsos títulos pelos quais o mesmo António Pires conseguiu o nulo aforamento daquela propriedade no tempo da usurpação pela Mesa da Consciência e Ordens.

"Idem sobre o estado do processo do réu Mr. Mercier que cometeu o atentado contra Sua Alteza Real"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa sobre o estado do processo do réu Mercier, autor do atentado contra o Príncipe D. Fernando, esposo da Rainha.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa para que faça promover o processo mandado formar ao substituto do juiz de direito do 2.º distrito"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa para que faça promover o processo mandado formar ao substituto do juiz de direito do 2.º distrito, João Sanches da Silva Miranda.

"Ao Ministro da Justiça acerca da injúria feita a um dos chefes das Repartições da Guerra"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, acompanhado de outro do seu delegado no 5.º distrito, participando que pelo corpo de delito formado pela injúria e ofensa feita ao capitão do exército Barão de Wiederhold, chefe de uma Repartição do Ministério da Guerra, não resulta crime público sobre o qual caiba querela, mas apenas injúria, que deve ser processada e punida correcionalmente. O Ajudante do Procurador-Geral é de outra opinião, considerando que a injúria feita a um oficial militar no exercício das suas funções é um crime público, que não pode ser punido correcionalmente.

"Ofício ao Secretário [...] Geral do Ministério do Reino, remetendo-lhe um documento requisitado pelo mesmo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Secretário-Geral do Ministério do Reino. Remete um ofício do Subsecretário de Estado dos Negócios da Fazenda acerca da necessidade que têm os oficiais das alfândegas de trazerem armas, o qual, por engano do oficial da secretaria do Supremo Tribunal de Justiça, não acompanhou a sua informação sobre o assunto.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa relativo ao extravio de papéis do Cartório da Contadoria Geral da Marinha"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Marinha de 8 de fevereiro de 1837, a fim de lhe dar cumprimento e fazer promover as indagações judiciais necessárias sobre o extravio de documentos do Cartório da Contadoria Geral da Marinha.

"Idem acerca da exposição de um recém-nascido em lugar ermo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 4 de fevereiro de 1837 acerca da exposição de um recém-nascido em lugar ermo e desabrido.

"Ao Delegado do Procurador Régio de Castelo Branco sobre o processo de João Batista Marçal, major do 2.º batalhão do regimento n.º 12"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Delegado do Procurador Régio de Castelo Branco. Remete o processo de João Batista Marçal, major do 2.º batalhão do regimento n.º 12, para servir de base ao conselho de guerra a que vai responder o major.

"Ao Procurador Régio da Relação de Lisboa remetendo-lhe o processo crime de que trata contra Sir R. Ouzeley"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca do processo crime contra Rafael Ouzeley pelo insulto feito ao chefe de uma das repartições do Ministério da Guerra.

"Ao Ministro da Justiça sobre o atentado cometido contra Sua Alteza o Príncipe D. Fernando"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça sobre o atentado cometido contra o Príncipe D. Fernando, esposo da rainha. Informa que já foi dada querela pelo Ministério Público e já foram inquiridas algumas testemunhas.

"Ao Ministro da Justiça acerca do estado do processo contra o réu que intepretou [i. é perpetrou] o crime contra Sua Alteza Real o Príncipe D. Fernando"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que já se encontra formado o corpo de delito e feitas as primeiras e segundas perguntas ao réu e que se vai proceder à competente querela pelo atentado ao príncipe d. Fernando, esposo da rainha D. Maria II.

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