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"Perdão pedido por Domingos Francisco das Neves, 'o Bigode'"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório acerca do pedido de perdão de Domingos Francisco das Neves, o Bigode, condenado pelo crime de homicídio voluntário na pessoa de Isidora Miraldes, apesar de sempre ter negado a autoria do crime.

"Se pode ser proibida a circulação de listas das lotarias, antes da publicação das da Santa Casa da Misericórdia, que é a oficial"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o pedido da Comissão Administrativa das Lotarias da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, para que seja proibida a publicação de listas não oficiais das lotarias efetuadas, visto o prejuízo que de tal publicação advém ao Governo e estabelecimentos pios que auferem lucros das mesmas lotarias, bem como a alguns jogadores que têm inutilizado alguns bilhetes premiados de acordo com a lista da Santa Casa, não constando nas outras listas.

"Processo relativo ao arrendamento à Sociedade do Sporting Club da vila de Cascais de uns terrenos situados na mesma vila e pertencentes ao Ministério da Guerra"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Pronuncia-se sobre o pedido feito por Jorge O'Neill para que lhe seja prorrogado por trinta anos o arrendamento que fez, a 3 de novembro de 1897, de um terreno em Cascais, onde está construída uma casa de habitação.

"Processo relativo à empreitada das obras do porto artificial de Ponta Delgada"

Parecer do ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda João de Alarcão Velasques Sarmento Osório. Concorda com o parecer do Conselho Superior das Obras Públicas e entende que "se deverá considerar a empreitada como abandonada pelos empreiteiros, procedendo depois o Governo em harmonia com as leis e regulamentos em vigor".

"Pretensão da Companhia de Moçambique a lhe serem pagas as despesas feitas com a missão de Gaza pelo conselheiro José Joaquim de Almeida"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Alberto de Castro Pereira de Almeida Navarro. Expõe acerca do pagamento da missão a Gaza que fizera o conselheiro José Joaquim de Almeida, em que este fora investigar junto do comandante militar do Limpopo "a verdade das asserções do Gungunhana, que afirmava que Almeida lhe prometera por parte da Companhia de Moçambique mil armas".

"Abastecimento de águas em Viseu"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Alberto de Castro Pereira de Almeida Navarro, sobre o requerimento da Câmara Municipal de Viseu, em que solicita autorização ao Governo para celebrar o contrato provisório para abastecimento de água á cidade, e para adquirir as nascentes e expropriar os terrenos necessários para as obras.

"Réu António Borges Pereira pede perdão"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda, Alberto de Castro Pereira de Almeida Navarro, sobre o requerimento em que António Borges Pereira, 1.º cabo, pede perdão da pena por crime de ofensas corporais de que resultou a morte ao seu superior o coronel Porfírio Zeferino de Sousa.

"Aos Procuradores Régios das 3 Relações acerca do desleixo das obrigações dos delegados do Procurador Régio"

Ofício do ajudante do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido aos Procuradores Régios das Relações de Lisboa, Porto e Açores. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 8 de novembro de 1838 acerca da desleixo e incúria de alguns delegados dos procuradores régios, que deixam de satisfazer as obrigações do seu "nobre ofício", promovendo apenas alguns processos ou execuções fiscais de que possam tirar mais fácil e seguro proveito. Na portaria, a Rainha ordena que se expeçam as mais terminantes ordens para que os agentes do Ministério Público correspondam no exercício das suas funções ao conceito que deles se formou quando se lhe conferiram lugares de "tamanha confiança", fazendo saber a todos que a Rainha será inexorável contra os que se mostrarem indignos dessa confiança.

"Idem ao Procurador Régio da Relação do Porto sobre a morte de João Manuel Domingues, presidente da Câmara do concelho de Soajo, feita por Tomás das Cangostas"

Ofício do ajudante interino do Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação do Porto. Acusa a receção do seu ofício de 8 de setembro de 1838 participando o homicídio de João Manuel Domingues, presidente da Câmara Municipal de Soajo, por Tomás das Quingostas e ordena que faça proceder aos autos de exame e corpo de delito necessários e prossiga nos demais autos judiciais, fazendo as diligências possíveis para que o criminoso seja preso e punido.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa acerca da compra de um livro francês pertencente à Fazenda Nacional"

Ofício do ajudante interino servindo de Procurador-Geral da Coroa, Alexandre José Gonçalves Ramos, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 15 de setembro de 1838 com a carta original do livreiro francês Plantier, estabelecido na Rua Áurea n.º 62 e 63, em que confessa ter comprado um livro francês muito precioso, intitulado "Ars Moriendi", que, tendo pertencido à livraria do extinto convento de Xabregas, deve hoje considerar-se da Fazenda Nacional. Cumprindo "reclamar a restituição dos objetos públicos indevidamente distraídos", deve aquele Procurador Régio propor a devida ação e promover pelo Ministério Público os termos legais contra o possuidor do livro.

"Idem ao Procurador Régio da Relação de Lisboa sobre o perdão da pena capital do réu António dos Santos"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa, José de Cupertino de Aguiar Ottolini, dirigido ao Procurador Régio da Relação de Lisboa. Remete a cópia da portaria do Ministério da Justiça de 27 de agosto de 1838, na qual consta que a Rainha determinou não perdoar nem minorar a pena de morte imposta ao réu António dos Santos, por um roubo de estrada, acompanhado de homicídio aleivoso na pessoa de Joaquim Fernandes. Ordena que se promova a pronta execução daquela pena na conformidade das leis.

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