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Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro
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"Ao Ministro da Justiça ácerca da declaração que por Portaria deste Ministerio lhe foi ordenada em 12 do corrente"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça sobre se a quantia de dinheiro em prata e ouro e escritos da Companhia dos Vinhos do Alto Douro pertencente à Mitra do Porto já deu entrada no Depósito Público do Porto e se aquela soma pode legitimamente ser aplicada para os reparos da Sé Catedral daquela cidade, que são urgentes, devido ao estado de ruína do edifício.

"Ácerca do processo de Domingos Jose dos Santos Lages"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda António Maria do Couto Monteiro para o Ministério da Fazenda acerca do requerimento em que Domingos José dos Santos Lages alega que, sendo legítimo possuidor de quatro ações da Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, a referida companhia lhe nega o pagamento dos respetivos interesses, pelo facto de essas ações serem denominadas "de cofre" e, como tal, oneradas com o encargo resultante da obrigação contraída pelo seu primeiro possuidor, que, para as adquirir, obteve por empréstimo dos cofres do Estado o capital necessário, nos termos da carta régia de 27 de setembro de 1756.

Processos das denúncias de bens da Fazenda na posse da Companhia dos Vinhos do Alto Douro

Contém diversos processos, constituídos por ofícios recebidos do Ministério das Finanças - Direção-Geral dos Próprios Nacionais e da Procuradoria Régia da Relação do Porto, entre 1900 e 1905, informações e minutas de pareceres e ofícios, expedidos pela Procuradoria-Geral da Coroa e Fazenda, no mesmo período.

"Ações da Companhia Geral de Agricultura dos Vinhos do Alto Douro"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Pedro Augusto de Carvalho para o Ministério da Fazenda acerca dos processos em que José Joaquim da Silva Pereira pede para ser admitido a pagar o capital de cinco anos de juros de cinco ações denominadas do cofre da Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro, que pertenciam originariamente a Luís José Correia de Lacerda Sá e Meneses, que, do cofre denominado depósito geral, levantou à razão do juro de 5% o capital para elas necessário e que o suplicante adquiriu em licitação pública e em que a Direção-Geral dos Próprios Nacionais questiona se a referida companhia deve entregar aos portadores das ações do cofre, cujo capital tinha sido emprestado por corporações, representadas hoje pela Fazenda Nacional, a quantia depositada nos cofres da companhia como lucro daquelas ações, quantia que representa apenas uma parte do juro do capital mutuado por aquelas corporações.