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"Ao Ministro da Justiça em continuação da participação sobre ter-se encontrado um indivíduo morto junto à herdade da Alagada em Elvas"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que, tendo-se promovido os termos do competente processo pela descoberta de um indivíduo morto junto à herdade da Alagada, em Elvas, foi ultimado o sumário sem se descobrirem provas contra o assassino daquele indivíduo, que, segundo o procurador régio da Relação de Lisboa, seria um súbdito espanhol.

"Ao Ministro da Justiça em continuação das participações sobre o andamento do processo contra Maria José"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que acaba de ser publicado o acórdão do Supremo Tribunal de Justiça anulando o julgamento da primeira instância do processo contra Maria José, acusada do crime de matricídio.

"Ao Ministro da Justiça sobre o procedimento de Domingos Cardoso Guedes, escrivão de direito de Faro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa referindo o criminoso procedimento de Domingos Cardoso Guedes, escrivão de direito de Faro, exigindo dinheiro das partes para as favorecer nas pendências que promovem no seu cartório, tendo o agente do Ministério Público já requerido o competente corpo de delito e querela pelos crimes de concussão e furto.

"Ao Ministério da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado na comarca dos Arcos dizendo não se ter podido concluir o processo contra António José de Barros"acerca do escandaloso procedimento do capelão da igreja de Nossa Senhora da Atalaia, o padre Vicente José Pinheiro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto e a cópia de outro do seu delegado na comarca dos Arcos declarando que, não se tendo conseguido a captura do réu António José de Barros, se instaurou contra o mesmo um processo, na conformidade do decreto de 18 de fevereiro de 1847, que está a seguir os termos regulares.

"Ao Ministério da Justiça com a cópia do ofício do agente do Ministério Público na Covilhã acerca da perpetração de dois novos atentados na dita vila"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa a ocorrência de dois novos atentados na Covilhã: o assassínio de uma menor para ser roubada a casa em que se encontrava e o homicídio do presumível ladrão e assassino, pelo povo.

"Ao Ministério da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca do escandaloso procedimento do capelão da igreja de Nossa Senhora da Atalaia, o padre Vicente José Pinheiro"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa o "escandaloso comportamento" do capelão da igreja de Nossa Senhora da Atalaia, na comarca de Aldeia Galega do Ribatejo, o padre Vicente José Pinheiro, servindo-se do coro daquela igreja para casa de dormir e furtando o lajedo da outra casa destinada para esse fim.

"Ao Ministro da Justiça acerca da portaria do dito Ministério sobre estarem já presos os espanhóis que neste ofício se declaram"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministério da Justiça. Participa que já estão presos os súbditos espanhóis Alonso Morozo, Manuela de Santa Ana, Antonio de Álamo e António Vaz Crespo.

"Ao Ministro da Justiça acerca da conclusão do processo pela introdução de cereais estrangeiros na Barca d'Alva e de outro por ferimentos em empregados da Alfândega de Vilar de Torpim"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministério da Justiça. Participa que se encontra concluído com pronúncia o processo instaurado e reformado pela introdução de cereais estrangeiros em Barca d'Alva no dia 12 de junho de 1848.

"Ao Ministro da Justiça sobre a ausência sem licença do delegado na comarca de Moimenta o bacharel Sebastião António Peixoto"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministério da Justiça. Participa que o delegado na comarca de Moimenta, o bacharel Sebastião António Peixoto, ainda não regressou ao serviço depois de ter terminado a sua licença.

"Ao Ministro da Justiça acerca do assassínio perpetrado em um indivíduo que foi tirado da cadeia da vila de Mourão"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministério da Justiça. Participa o atentado praticado na vila de Mourão, violentando-se o carcereiro da cadeia a entregar o preso José Maria Soeiro que ali se encontrava preso, para o matarem não longe daquele local.

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