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"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto e seu delegado em Lousã acerca de não terem aparecido provas pelo crime da morte de João António do Rego"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado na Lousã sobre as dificuldades que tem havido em descobrir provas contra o réu do crime de morte perpetrada em João António do Rego com um tiro de bala na noite de 13 de março de 1849.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca de ter sido morto o pároco da freguesia de Nossa Senhora de Brotas, comarca de Montemor-o-Novo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, participando ter sido barbaramente morto a tiros de bala, no dia 6 de março de 1849, o pároco da freguesia de Nossa Senhora de Brotas, na comarca de Montemor-o-Novo, estando já pronunciados alguns indivíduos e preso um deles.

"Ao Ministro da Justiça com os ofícios do procurador régio da Relação do Porto acerca de se terem afixado éditos contra o ausente Custódio Marques Sampaio"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação do Porto e outro do seu delegado na 2.ª vara, participando estarem passados éditos contra o ausente Custódio Marques Sampaio no processo-crime que contra ele progride como passador de moeda falsa.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca do processo pelo roubo a bordo do patacho 'Abreu primeiro' pelo marinheiro Francisco Mateus"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o marinheiro Francisco Mateus foi pronunciado pelo roubo a bordo do patacho Abreu 1.º, mas ainda não foi possível proceder à sua captura.

"Ao Ministro da Justiça acerca do processo do réu José Valada de que trata a portaria do dito Ministério de 6 de setembro último"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o réu José Valada foi julgado em primeira instância e condenado a degredo perpétuo para um presídio de África, tendo sido interposta apelação para a competente Relação.

"Ao Ministro da Justiça acerca da declaração do estado do processo contra Ivo Lopes Salgueiro constante do ofício do procurador régio da Relação de Lisboa"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça acerca do processo mandado instaurado contra Ivo Lopes Salgueiro pelos factos abusivos praticados quando era administrador do concelho de Messejana. Informa que, após muitos descuidos , erros e subserviência de alguns dos agentes do Ministério Público na comarca de Beja, o sumário encontra-se concluso ao juiz ordinário de Messejana, tendo a querela sido oferecida depois do prazo legal.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca de ter sido encontrado um cadáver no caminho que vai para a Quinta do Cubo, próximo a Elvas"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do Procurador Régio da Relação de Lisboa, participando que no caminho que vai para a Quinta do Cubo, próximo da cidade de Elvas, foi encontrado o cadáver de um homem com cinco facadas, constando tratar-se de um espanhol por nome Manuelito, malfeitor, provavelmente assassinado pelos seus companheiros.

"Ao Ministro da Justiça com o ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado em Santo Tirso acerca do processo pelo tiro disparado contra o bacharel João Batista Teixeira Camelo"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto e outro do seu delegado em Santo Tirso informando que ainda não se encontra concluído o sumário do processo pelo tiro disparado contra o bacharel João Batista Teixeira Camelo, devido a falta de despacho do juiz ordinário de Paços de Ferreira.

"Ao Ministro da Justiça em aditamento aos ofícios da Procuradoria-Geral da Coroa de 5 de dezembro e 9 de março últimos com o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa acerca da impossibilidade do delegado em Lagos"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Participa que o delegado do procurador régio em Lagos, o bacharel Augusto Gonçalves Bobela, continua a dizer-se impossibilitado para exercer as funções do seu cargo.

"Ao Ministro da Justiça com a certidão do auto de posse do bacharel João Bernardo da Câmara para delegado em Ponta Delgada"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Remete a certidão do auto de posse do bacharel João Bernardo da Câmara Madureira Cirne do lugar de delegado do procurador régio na comarca de Ponta Delgada.

"Ao Ministro da Justiça em consequência da portaria deste Ministério de 7 de abril último acerca do processo instaurado contra o réu Joaquim Alberto na comarca de Nisa"

Ofício do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa, José Luís Rangel de Quadros, dirigido ao Ministro da Justiça. Informa que o processo-crime instaurado contra o réu Joaquim Alberto na comarca de Nisa já foi julgado, tendo o mesmo sido condenado a pena de morte, e irá subir à Relação.

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