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"Ao ministro da Justiça, acerca do processo contra José de Valada, formado no julgado do Cartaxo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 14 de julho de 1846, participando não ter tido prosseguimento, depois da pronúncia obrigatória e expedição de mandados de prisão, o processo mandado formar, no julgado do Cartaxo, contra José de Valada, pelo crime de resistência e ferimentos feitos no cabo de polícia Pedro Matos, estando por concluir o sumário da querela, no qual aparecem algumas irregularidades. O delegado interino na comarca de Santarém atribui esta falta à culpa e negligência do antigo subdelegado no julgado do Cartaxo, que já foi exonerado. O procurador-geral é de opinião que deve ainda responder por esta falta o escrivão do processo, José Feliciano Gomes.

"Ao ministro da Justiça acerca do alcance do falecido praticante do extinto Comissariado, José da Costa Guimarães e Silva"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 11 de julho de 1846, acompanhado de outro do seu delegado na 1.ª Vara daquela cidade, por onde se mostra que a entrega da quantia de 72 mil réis, cobrados pelo alcance em que tinha ficado o falecido praticante do extinto Comissariado, José da Costa Guimarães e Silva, na Pagadoria da 3.ª Divisão Militar, não se tem realizado pela dúvida que ocorreu àquela delegação do Ministério Público sobre se devia ser feita ao comandante da 3.ª Divisão Militar ou ao encarregado da Pagadoria da mesma Divisão.

"Ao ministro da Justiça acerca do delegado na comarca de Arouca Sebastião António Peixoto, suplicando a graça de ser ouvido em sua defesa contra qualquer acusação"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete os ofícios do delegado do procurador régio na comarca de Arouca, de 23 de junho e 7 de julho de 1846, em que suplica a graça de ser ouvido em sua defesa contra qualquer acusação que porventura contra ele ofereça o respetivo governador civil do distrito.

"Ao ministro da Justiça acerca do préstimo do delegado do procurador régio na comarca de São João da Pesqueira, o bacharel José Vieira de Sousa e Almeida, ultimamente demitido"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 10 de julho de 1846, em que informa que o seu delegado na comarca de São João da Pesqueira, o bacharel José Vieira de Sousa e Almeida, recentemente demitido, "era um dos mais hábeis agentes do Ministério Público e talvez o mais ativo e zeloso no cumprimento de suas obrigações, que tinha o distrito da Relação" e que, apesar de desconhecer os fundamentos que motivaram a demissão, lhe parece de justiça a reparação deste ato, sendo este chamado novamente para o serviço do Ministério Público e colocado em qualquer outra comarca.

"Ao ministro da Justiça acerca de ter o administrador do concelho de Midões mandado atacar vários réus culpados em horro[ro]zos crimes para serem capturados, que no dia 5 de julho de 1846 se tinham reunido no Casal da Senhora"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Midões, de 6 de julho de 1846, participando que, tendo-se reunido, no dia 5 daquele mês, no Casal da Senhora, vários réus "culpados em horrorosos crimes", o administrador do concelho os mandou atacar para serem capturados, tendo sido perseguidos por mais de duas léguas, sem que pudessem ser capturados. O mesmo magistrado alerta para a "urgente necessidade de aniquilar aquela cabilda, que aumenta em número e se torna terrível".

"Ao ministro da Justiça acerca do tumulto que no dia 4 de julho de 1846 levantaram os pescadores da Póvoa de Varzim contra a Comissão Municipal quando se achava em vereação"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Vila do Conde, acompanhado de outro do seu subdelegado no julgado da Póvoa de Varzim, em que participam que, no dia 4 de julho de 1846, os pescadores daquela vila levantaram tumulto contra a Comissão Municipal quando se encontrava em vereação, apedrejando os seus membros e ferindo um deles, obrigando ao encerramento da comissão, devido ao rumor que se tinha espalhado de que a Câmara estava a tratar da arrecadação do imposto municipal de meio real em cada quartilho de vinho.

"Ao ministro da Justiça, acerca da extradição do súbdito espanhol José Benito Pineiro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em referência às portarias do Ministério da Justiça de 15 de outubro de 1845 e 9 de junho de 1846, pelas quais lhe foi ordenada a extradição do súbdito espanhol José Benito Pineiro, que, por motivo de doença, tinha sido solto da Cadeia de Vila Nova de Cerveira, sob fiança do administrador do concelho, remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 7 de julho de 1846, acompanhado de outros do seu delegado em Valença e do administrador do concelho de Vila Nova de Cerveira, informando que, por agora, não pode realizar-se a extradição, por não se encontrar o réu.

"Ao ministro da Justiça, acerca da licença concedida ao procurador régio da Relação dos Açores"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação dos Açores, de 7 de julho de 1846, participando que começa a gozar a régia licença que lhe foi conferida pela portaria de 15 do mês de junho daquele ano.

"Ao ministro da Justiça acerca da arguição feita pelo governador civil de Aveiro ao subdelegado do procurador régio no julgado de Sousa, Manuel Maria Rangel de Quadros"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 9 de julho de 1846, em que expõe que, tendo o governador civil de Aveiro, em junho de 1845, acusado o subdelegado do procurador régio no julgado de Sosa, Manuel Maria Rangel de Quadros, como avesso aos interesses da Fazenda Pública e "excitador dos povos" para não cumprirem as leis dos novos tributos, este, duvidando da verdade destas acusações, se limitou a suspender aquele agente do Ministério Público e mandou proceder aos exames necessários, que não comprovaram a arguição. O procurador régio refere que estava a ponto de se ordenar a restituição do subdelegado suspenso quando baixou a portaria de 18 de outubro de 1845, que o mandava demitir.

"Ao ministro da Justiça, digo da Fazenda, acerca do libelo oferecido no juízo de direito da 4.ª Vara de Lisboa contra a Fazenda Nacional por João Bernardino Luís Rodrigues pela quantia de 7:650$000 reis"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Fazenda. Remete o ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 30 de junho de 1846, com a cópia do libelo oferecido contra a Fazenda Pública por João Bernardino Luís Rodrigues, e solicita que lhe sejam fornecidos quaisquer esclarecimentos que existam e possam servir para contestar a ação proposta.

"Ao ministro da Justiça, acerca do processo contra o juiz de direito da comarca das Caldas da Rainha, João Carlos de Oliveira Pimentel"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em referência às portarias do Ministério da Justiça de 18 de julho de 1845 e 12 de junho de 1846, que ordenavam a promoção dos termos judiciais do processo contra o juiz de direito da comarca das Caldas da Rainha, João Carlos de Oliveira Pimentel, pelos factos criminosos praticados quando era juiz de direito na comarca de Mogadouro, remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 26 de junho de 1846, em que este magistrado, tendo encontrado incoerência e contradição entre algumas testemunhas que depuseram contra o juiz no auto de investigação perante a autoridade administrativa com o que depuseram depois a favor, na formação do auto de corpo de delito, informa que mandou extrair as competentes certidões e enviou-as ao respetivo agente do Ministério Público para contra elas instaurar a ação competente.

"Ao ministro da Justiça acerca dos presos Francisco José Nogueira Cascão, Sebastião Marques, Joaquim António Cordeiro Saldanha, José Cordeiro e José Lopes Serra, que foram soltos sob fiança para se apresentarem no julgado de Penacova"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em referência à portaria do Ministério da Justiça de 29 de novembro de 1844 acerca dos presos Francisco José Nogueira Cascão, Sebastião Marques, Joaquim António Cordeiro Saldanha, José Cordeiro e José Lopes Serra, que foram soltos sob fiança para se apresentarem no julgado de Penacova a responder ao processo ali instaurado contra eles, e em aditamento ao seu ofício de 4 de dezembro do mesmo ano, remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 16 de junho de 1846, participando que, não tendo aqueles sido indiciados no despacho de pronúncia, o subdelegado respetivo interpôs o recurso de agravo de instrução para a Relação, onde não teve provimento.

"Ao ministro da Justiça acerca das demonstrações que no sentido miguelista se observaram nos julgados de Valpaços e Carrazedo da comarca de Mirandela"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao seu ofício de 1 de julho de 1846, relativo às demonstrações que, no sentido miguelista, se observaram nos julgados de Valpaços e Carrazedo, da comarca de Chaves, e no de Dona Chama, da de Mirandela, remete o ofício do delegado do procurador régio na comarca de Chaves, de 30 de junho, em que participa que as reuniões armadas a favor daquele partido se têm dissipado tanto naquela comarca como nas vizinhas, tendo sido desbaratada a guerrilha de Dona Chama com a morte de alguns homens.

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