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"Ao ministro da Justiça acerca da licença principiada a gozar pelo bacharel Carlos Vieira da Mota, delegado na 3.ª vara da comarca do Porto"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete o ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 25 de julho de 1846, em que participa que o seu delegado na 3.ª vara do Porto, Carlos Vieira da Mota, começou a gozar a régia licença que lhe foi concedida em portaria de 26 de junho de 1845.

"Ao ministro da Justiça acerca das declarações de que trata a portaria do Ministério da Justiça de 7 de abril de 1845, relativos ao bacharel Luís Martins Vilaça, delegado na comarca de Barcelos, e do bacharel Francisco de Azevedo Coutinho, delegado da 1.ª vara da comarca do Porto"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 14 de julho de 1846, com as declarações, de que trata a portaria do Ministério da Justiça de 7 de abril de 1845, do delegado da comarca de Barcelos, Luís Martins Vilaça, e do delegado na 1.ª vara da comarca do Porto, Francisco José de Azevedo Coutinho.

"Ao ministro da Justiça acerca da fuga do réu Francisco Raimundo, da cadeia do julgado de Veiros, em consequência de arrombamento da mesma"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 20 de julho de 1846, participando ter fugido da cadeia do julgado de Veiros, comarca de Fronteira, o réu Francisco Raimundo, em consequência de arrombamento feito pelo lado de fora, tendo-se logo instaurado o competente processo.

"Ao ministro da Justiça acerca do escandaloso facto praticado por José Manuel Teixeira de Carvalho, no Tribunal da Relação do Porto no dia 1 de julho de 1846"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao seu ofício de 9 de julho de 1846, relativo ao facto praticado por José Manuel Teixeira de Carvalho no Tribunal da Relação do Porto, remete um ofício do procurador régio daquela Relação, de 17 do mesmo mês, participando que o réu foi pronunciado e foram passadas ordens para a sua captura.

"Ao ministro da Justiça participando-se o falecimento do bacharel Francisco Xavier de Carvalho, delegado do procurador régio na comarca de Alcobaça"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 29 de julho de 1846, participando o falecimento de Francisco Xavier de Carvalho, delegado da comarca de Alcobaça, e informando que se encontra no exercício daquela delegação Caetano de Brito e Melo.

"Ao ministro da Justiça acerca da necessidade da presença do juiz de direito da comarca de Mirandela, que abandonara o lugar com medo dos guerrilhas"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao seu ofício de 20 de julho de 1846, relativo à necessidade da presença do juiz de direito da comarca de Mirandela, que tinha abandonado o lugar com medo dos guerrilheiros, remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 21 do mesmo mês, acompanhado de outro do seu delegado na comarca de Mirandela, nos quais se alerta novamente para a urgente necessidade de recolher à comarca o juiz de direito, por forma a evitar que os atuais substitutos daquele juiz sejam os instrutores dos processos que têm de ser instaurados contra os que ali praticaram factos insurrecionais a favor do usurpador.

"Ao ministro da Justiça acerca das declarações dadas pelo bacharel José de Morais Faria e Carvalho, delegado do procurador régio na comarca de Bragança"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 24 de julho de 1846, com as declarações de que trata a portaria do Ministério da Justiça de 7 de abril de 1845 de José de Morais Faria e Carvalho, delegado do procurador régio na comarca de Bragança.

"Ao ministro da Justiça acerca do presbítero João Manuel Fraga, sobre a resistência à suspensão do exercício de todas as funções e atos paroquiais da igreja de S. João Evangelista de Adem, concelho de Castelo Mendo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 25 de julho de 1846, com outro do seu delegado na comarca de Sabugal, participando que o presbítero João Manuel Fraga foi absolvido em audiência de polícia correcional, no processo que lhe foi instaurado por ter resistido à suspensão do exercício de todas as funções e atos paroquiais da igreja de São João Evangelista, no concelho de Castelo Mendo.

"Ao ministro da Justiça acerca de terem sido soltos no dia em que teve lugar o movimento nacional em Vila Franca, três presos que se achavam na cadeia daquela vila e sobre a sua captura"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 22 de julho de 1846, participando que, tendo sido soltos, no dia em que teve lugar o movimento nacional em Vila Franca de Xira, três presos que se encontravam na cadeia daquela vila, ele ordenara ao respetivo delegado que declarasse o nome e demais circunstâncias dos presos, o que este satisfez no ofício que envia junto por cópia, sendo enviada ao governador civil de Lisboa a nota relativa a dois dos réus, para se proceder à sua captura.

"Ao ministro da Justiça acerca de serem devolvidos os documentos sobre a pretensão do subdelegado no julgado de Soza, Manuel Maria Rangel de Quadros"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Solicita que sejam devolvidos os documentos que acompanharam o seu ofício de 16 de julho de 1846, sobre o subdelegado no julgado de Soza, Manuel Maria Rangel de Quadros, conforme tinha solicitado nesse mesmo ofício, a fim de os remeter ao procurador régio da Relação do Porto.

"Ao ministro da Justiça acerca do alcance do falecido praticante do extinto comissariado José da Costa Guimarães e Silva"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Em aditamento ao ofício de 21 de julho de 1846, acerca da entrega na Pagadoria da 3.ª Divisão Militar da quantia de 72 mil réis cobrados por conta do alcance do praticante do extinto Comissariado, José da Costa Guimarães e Silva, remete um ofício do procurador régio da Relação do Porto, de 17 do mesmo mês, em que participa ter-se realizado a entrega da totalidade do referido alcance, na importância de 84$867 réis.

"Ao ministro da Justiça acerca da demissão do subdelegado no julgado de Oleiros, feita pelo povo do mesmo julgado, e algum de fora, e a nomeação de Domingos Barata da Silva para aquele cargo"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 21 de julho de 1846, participando que o povo do julgado de Oleiros, e algum de fora, demitiu o subdelegado daquele julgado, José Lourenço Antunes, e nomeou Domingos Barata da Silva para aquele cargo.

"Ao ministro da Justiça acerca da licença concedida ao bacharel Francisco Pinto dos Reis Mascarenhas, delegado na comarca do Funchal Oriental"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 17 de julho de 1846, informando que o bacharel Francisco Pinto dos Reis Mascarenhas, delegado na comarca do Funchal Oriental, começou no dia 30 de junho a gozar a licença de três meses que lhe foi concedida, deixando a delegação entregue ao bacharel António Pacheco Ribeiro Nunes.

"Ao ministro da Justiça acerca da falta de segurança da cadeia da cidade de Coimbra representada pelo delegado do procurador régio daquela comarca"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Coimbra, de 15 de julho de 1846, em que representa a falta de segurança da cadeia da cidade, as tentativas de evasão dos presos e a conveniência da sua trasladação para a cidade do Porto, a qual ainda não se pode efetuar por falta de tropa que acompanhe os presos, e pede que sejam tomadas providências.

"Ao ministro da Justiça acerca do processo contra o escrivão do juiz eleito da freguesia de Santiago no julgado de Almada, Mariano José Coutinho Gorjão"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do procurador régio da Relação de Lisboa, de 15 de julho de 1846, em que informa que não chegou a instaurar-se processo algum contra o escrivão do juiz eleito da freguesia de Santiago, no julgado de Almada, Mariano José Coutinho Gorjão, pela conivência com o réu pronunciado no juízo de direito daquele julgado pelo crime de homicídio, por falta de provas da revelação do segredo de justiça que lhe foi atribuída.

"Ao ministro da Justiça, acerca de ter-se encontrado o oficial de diligências da Vara de S. Pedro do Sul, João de Almeida Brito, e pretendendo prender este por ter para isso ordem, matou aquele com um tiro de espingarda, e acudindo a mulher do morto e um filho, fora o agressor também apunhalado e morto pela dita mulher, e morto com um tiro disparado por um terceiro"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Vouzela, participando que, no dia 3 de julho de 1846, encontrando-se o oficial de diligências do julgado de São Pedro do Sul, João de Almeida Simão, numa rua daquela vila, com António de Almeida Brito, e pretendendo prendê-lo por ser culpado de diversos crimes graves, foi por ele morto com um tiro de espingarda, tendo o agressor também sido apunhalado pela mulher do morto e morto com um tiro de espingarda disparado por outro individuo. O procurador-geral informa que ordenou ao delegado da comarca que fizesse promover os termos judiciais do processo por aqueles crimes.

"Ao ministro da Justiça, acerca dos oficiais da armada Paulo Centurini e Rafael da Silva Campos, queixando-se da demora da apelação interposta pelo Ministério Público da sentença proferida no juízo de direito da comarca de Faro, que julgara má presa a apreensão feita no iate português 'Restauração'"

Ofício do Procurador-Geral da Coroa José de Cupertino de Aguiar Ottolini dirigido ao Ministro da Justiça acerca do requerimento em que os oficiais da armada Paulo Centurini e Rafael da Silva Campos se queixam da demora na remessa do juízo de direito da comarca de faro para a Relação do distrito, da apelação interposta pelo Ministério Público da sentença proferida naquele juízo que julgou má presa a apreensão feita no dia 23 de setembro de 1845, no iate português "Restauração", carregado de tabaco e outros objetos de contrabando. Remete um ofício do delegado do procurador régio na comarca de Faro, de 12 de julho de 1846, em que informa que esta causa ainda não foi julgada na primeira instância, devido ao atraso que teve no juízo de direito do 1.º Distrito Criminal de Lisboa o cumprimento de uma deprecada para a inquirição de uma testemunha referida do sumário, mas que brevemente o processo vai entrar em julgamento.

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