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Livro 1.º de registo de pareceres de Diogo António Correia de Sequeira Pinto

Termo de abertura: "Serve este livro para registrar os pareceres do Magistrado Ajudante o Ill.mo e Ex.mo Snrº Conselheiro D. A. C. de Sequeira Pinto. Joaquim José da Costa e Simas Junior"
No final do livro, existe índice dos pareceres registados até à f. 137, com informação das datas, nome dos requerentes, número do processo e folha.

Livro 4.º de registo de pareceres de António Maria do Couto Monteiro

Termo de abertura: "Serve este livro para o registo dos pareceres do Exmo. Sr. Ajudante Conselheiro António Maria do Couto Monteiro. Teve princípio no dia 29 de Novembro de 1881, e vai rubricado com o apelido de «Simas» de que uso
Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 29 de novembro de 1881. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".

Livro 3.º de registo de pareceres de António Maria do Couto Monteiro

Termo de abertura: "Serve este livro para o registo das consultas e pareceres do Exmo. Sr. Ajudante, Conselheiro António Maria do Couto Monteiro. Teve princípio em 6 de Maio de 1878, e vai rubricado com o meu appelido de «Simas». Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda 6 de Maio de 1878. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".
O livro contém registo de três pareceres emitidos em 1874.

Livro 2.º de registo de pareceres de António Maria do Couto Monteiro

Termo de abertura: "Serve este livro para o registo das consultas do Ajudante o E. Conselheiro António Maria do Couto Monteiro; teve princípio em 15 de fevereiro de 1873. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 15 de fevereiro de 1873. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".

"Livro 3.º Registo dos pareceres do Exmo. Conselheiro Visconde de Camarate"

Registo dos pareceres do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Hermenegildo Augusto de Faria Blanc, Visconde de Camarate.
Termo de abertura: "Serve este livro, que tem trezentas e duas folhas, numeradas e rubricadas com o meu appelido «Simas» para o registo das consultas do Exmo. Senhor Visconde de Camarate, e teve princípio em 26 de janeiro de 1876. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda 26 de janeiro de 1876. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas".

Livro 1.º de registo de pareceres do Visconde de Santa Mónica (Henrique O'Neill)

Termo de abertura: "Serve este livro para registo das consultas do Exmo. Ajudante Visconde de Santa Mónica. Contém duzentas folhas numeradas, e que vão por mim rubricadas com o meu apelido de 'Simas', e teve princípio em 30 de dezembro de 1884. Secretaria da Procuradoria Geral da Coroa e Fazenda em 30 de dezembro de 1884. O Secretário Joaquim José da Costa e Simas"

"Sobre arguições de habitantes da comarca de Fronteira contra o respetivo juiz António Joaquim Lopes da Silva"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça acerca de uma queixa dirigida por cinco indivíduos, que dizem representar os habitantes da comarca de Fronteira, contra o respetivo juiz de direito, António Joaquim Lopes da Silva, acusando-o de várias irregularidades nas funções a seu cargo e pedindo uma sindicância.

"Pretensão de Emília Pais de Sousa Machado e seu filho António de Sousa Machado, pedindo o pagamento de 175$690 réis, gastos provenientes de descarga de milho que conduzia a escuna 'Creoula'"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Emília Pais de Sousa Machado e o seu filho, António de Sousa Machado, representantes de Machados Irmãos, de Cabo Verde, pedem ao Governo o pagamento da quantia de 175 $690 réis, referentes à importância das baldeações do milho que transportava a sua escuna "Creoula", quando, fretada pelo Governo para enviar para a ilha de São Miguel mais de trezentos moios de milho, teve uma avaria causada pela introdução de água no porão.

"Acerca de um legado de 10:000$000 réis em dinheiro deixado por Arsénio José Alves para sustentar uma escola de instrução primária na freguesia onde falecesse"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica acerca do legado de Arsénio José Alves, falecido a 13 de maio de 1884, de 10 contos de réis para sustentar uma escola de instrução primária na freguesia onde falecesse, que veio a ser a freguesia de Santa Justa em Lisboa, devendo essa escola ter o nome de "Escola Arsénio José Alves" e acerca do usufruto de 85 contos deixados por Joaquim José Marques Guimarães, falecido a 4 de agosto de 1878, em inscrições, repartido por vários legados, de um dos quais ficará herdeira, se casar, a respetiva legatária, determinando que com os juros se fundasse uma escola na freguesia de Santa Justa, com a denominação de "Escola Joaquim Marques Guimarães" para educação gratuita.

"António Joaquim Lopes Gouveia pede alteração de apelido"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica acerca do requerimento em que António Joaquim Lopes Gouveia, recebedor da comarca de Viseu, pede autorização para passar a assinar com o nome "António de Gouveia". Elenca a legislação portuguesa referente a mudança de nome ou de apelido e conclui que "o governo de Sua Majestade não pode verdadeiramente conceder tais licenças" e "pode admitir aquela alteração não havendo inconveniente para o serviço público".

"Sebastião Philippes Martins Estácio da Veiga pede se lhe abonem os subsídios, que lhe suspenderam da obra que ele contratou com o Governo escrever em 5 ou 6 volumes, intitulada 'Antiguidades monumentais do Algarve'"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca do processo em que Sebastião Philippes Martins Estácio da Veiga pede o pagamento dos subsídios, que lhe suspenderam da obra que ele contratou, em 29 de maio de 1879, com o Governo escrever, intitulada "Antiguidades monumentais do Algarve".

"Maria da Glória pede perdão"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça acerca do pedido de perdão da ré Maria da Glória, presa na cadeia de Angra do Heroísmo, condenada a prisão perpétua, pelo crime de envenenamento do seu ex-marido. A ré tinha sido condenada, a 30 de maio de 1866, a pena de morte, mas esta pena foi alterada, na Relação de Lisboa, para prisão celular perpétua, para cumprimento das disposições da lei de 1 de julho de 1867.

"Exploração de nascentes de águas minerais e medicinais no concelho de Melgaço"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério das Obras Públicas acerca da exploração de umas nascentes de águas minerais e medicinais do concelho de Melgaço, requerida por Bento Maria Barbosa, Félix Tomás de Barros de Araújo e outros. Conclui que o pedido não pode ser deferido, devendo os suplicantes saber quais são os donos das águas e procurar chegar com eles a um acordo, e só neste caso, se o acordo não se efetuar e for de reconhecida utilidade pública, se poderá conceder a exploração por expropriação das mesmas fontes.

"Emigração"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca da pretensão da Agência no Funchal da Companhia de Colonização Agrícola, estabelecida no Rio de Janeiro, pedindo a aprovação de uma "fórmula de contratos de locação de serviços", segundo a qual o Governo Civil da Madeira, já em 1878 e 1879, permitiu a saída de colonos para o Brasil e cujas condições esta companhia aceita na íntegra.

"Representação do reverendo bispo de Angra contra uma carta publicada no jornal 'O Atleta'"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça acerca da reclamação do bispo de Angra do Heroísmo contra uma carta publicada pela redação do jornal "O Atleta", num número especial de 21 de março de 1885, e dirigida ao prelado, que a considera ofensiva, tanto da sua dignidade, como da do clero da sua diocese e da religião e pede, por isso, em requerimento dirigido ao Governo, a 12 de abril, para ser desafrontado.

"Processo relativo à venda dos direitos que o Instituto de Nossa Senhora da Graça do lugar de São João do Campo, concelho de Coimbra, tem sobre uma casa situada no dito lugar"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério do Reino acerca do requerimento em que Bento José de Oliveira e Serafim Gomes Ferreira, na qualidade de provedores perpétuos do Instituto de Nossa Senhora da Graça, a ser criado na Paróquia de São João do Campo, concelho de Coimbra, em observância do testamento do Dr. Fortunato de Oliveira Rocha, falecido em 26 de maio de 1880, pedem autorização para vender o direito que o instituto tem a umas casas no sítio do Outeiro da mesma paróquia, destinadas pelo testador para nelas se acomodarem as repartições e escolas daquele instituto, mas com o ónus de serem usufruídas pelo segundo requerente.

"Ofício da Direção-Geral dos Negócios da Justiça acerca da recusa do Governo Brasileiro de mandar cumprir uma rogatória executória dirigida às justiças da Corte do Rio de Janeiro"

Parecer do Ajudante do Procurador-Geral da Coroa e Fazenda Visconde de Santa Mónica para o Ministério da Justiça acerca da recusa do governo brasileiro de mandar cumprir uma rogatória executória, passada a requisição do delegado do procurador régio na 2.ª vara da comarca de Lisboa e dirigida às justiças da cidade do Rio de Janeiro contra Diogo Maria de Abreu Vasconcelos ou seus herdeiros, alegando que o governo português não cumpria as de igual natureza vindas do Brasil.

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